Não volta, passou. O mundo anda rápido demais, não consigo acompanhar.
Passou, não volta. Não consigo acompanhar, o mundo anda rápido demais.
O ao contrário além do que ja foi dito, e o que foi dito, eu não digo mais.
Passou.. não volta mais!
Que bom, não volta, passou... Mudou.
sábado, 8 de março de 2008
Espelho!
Existo. O espelho me reflete. Me vejo!
Consigo me tocar, mas não pelo espelho.
Existo, além da imagem refletida. Me sinto. Percebo-me!
Não vejo nada de bonito, nada de feio. Me vejo, não me analiso.
Existo, vivo, sinto-me. Penso, reflito - na frente do espelho me reconheço.
Existo e aqui estou! Em frente ao espelho, sei quem sou.
Consigo me tocar, mas não pelo espelho.
Existo, além da imagem refletida. Me sinto. Percebo-me!
Não vejo nada de bonito, nada de feio. Me vejo, não me analiso.
Existo, vivo, sinto-me. Penso, reflito - na frente do espelho me reconheço.
Existo e aqui estou! Em frente ao espelho, sei quem sou.
A partir do encontro.
Haviam se visto há alguns dias pela primeira vez, conversavam imensamente sobre todos os assuntos, antes daquele dia...
Sem ao menos, terem se visto, eram grandes amigos, companheiros. Sabiam abertamente um da vida do outro. Estranho!
E derrepente mudou. Nunca mais viu-se aquele brilho nos olhos, aquele cantarolar pelas ruas, aquelas expectativas... algo quebrou isso tudo! Algo estragou isso, que por mais estranho, era estranho e belo!
O que será que teria acontecido? - Gostaria de imaginar e achar respostas!
Quebrou-se o encanto, a partir do encontro! Como? Porque? Quem?
O que ocorrera? - Ligarei para Júlia, ela estava no dia!
- Jú... (explico toda minha inquietação e curiosidade) - Um silêncio.
- "As aparências enganam, e só. Ela chora no meu ombro e pergunta o porque. Não sabe porque. Ela se lamenta, por ele não ser, quem parecia ser... - diz Júlia com a voz calma e serena.
- Que? (pergunto, mesmo tendo ouvido cada palavra que dissera, parecia que não entendia). Silêncio e ouço: 'tu tu tu' - O telefone me responde.
E por alguns segundos fico ali, intacta, imóvel, pensativa...
Ele não era, quem ela gostaria que ele fosse, e só!
(Mas as pessoas jamais serão quem a gente quer que elas sejam - decepção)
Sem ao menos, terem se visto, eram grandes amigos, companheiros. Sabiam abertamente um da vida do outro. Estranho!
E derrepente mudou. Nunca mais viu-se aquele brilho nos olhos, aquele cantarolar pelas ruas, aquelas expectativas... algo quebrou isso tudo! Algo estragou isso, que por mais estranho, era estranho e belo!
O que será que teria acontecido? - Gostaria de imaginar e achar respostas!
Quebrou-se o encanto, a partir do encontro! Como? Porque? Quem?
O que ocorrera? - Ligarei para Júlia, ela estava no dia!
- Jú... (explico toda minha inquietação e curiosidade) - Um silêncio.
- "As aparências enganam, e só. Ela chora no meu ombro e pergunta o porque. Não sabe porque. Ela se lamenta, por ele não ser, quem parecia ser... - diz Júlia com a voz calma e serena.
- Que? (pergunto, mesmo tendo ouvido cada palavra que dissera, parecia que não entendia). Silêncio e ouço: 'tu tu tu' - O telefone me responde.
E por alguns segundos fico ali, intacta, imóvel, pensativa...
Ele não era, quem ela gostaria que ele fosse, e só!
(Mas as pessoas jamais serão quem a gente quer que elas sejam - decepção)
sexta-feira, 7 de março de 2008
Perco-me!
As vezes, perco-me. No tempo, no espaço, nos pensamentos, na saudade, nos textos, nas ruas, no sonhos, nas falas, nos lugares, nas vontades.. No meio do nada, no meio de tudo, sozinha, acompanhada, na multidão, na praça abandonada.
Costumo me perder, as vezes no passado, as vezes no presente, e quase sempre no futuro.
Hoje me perdi! Perdi pensando no futuro, na saudade (não que eu tenho, mas que terei)!
Me perdi pensando, me perdi sonhando, me perdi nos pensamentos, nas minhas vontades, nos meus medos.
Me perdi, nos encontros, nos desencontros...
Me perdi, me encontrei.
Perdendo-me dentro disso tudo, eu me acho, me descubro, encontro-me.
Mergulhando em mim mesma, perdendo-me posso dizer que sei quem sou, sem ao menos saber se sou!
Costumo me perder, as vezes no passado, as vezes no presente, e quase sempre no futuro.
Hoje me perdi! Perdi pensando no futuro, na saudade (não que eu tenho, mas que terei)!
Me perdi pensando, me perdi sonhando, me perdi nos pensamentos, nas minhas vontades, nos meus medos.
Me perdi, nos encontros, nos desencontros...
Me perdi, me encontrei.
Perdendo-me dentro disso tudo, eu me acho, me descubro, encontro-me.
Mergulhando em mim mesma, perdendo-me posso dizer que sei quem sou, sem ao menos saber se sou!
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