Eu pretendia após a nossa noite de sonhos, amor, onde dividimos nossa noite, nossos prazeres, enquanto o mundo se acabava em guerra, ódio, caos, a gente começa uma nova era, a nossa era, do desejo, do amor...
Acordei pela manhã, um pouco mais cedo. E fiquei te olhando dormir... Porra! Você é tão linda. Eu te quero tanto bem. Em volta da cama, sua roupa, uma blusa branca, sem forro, sua calça jeans escura apertada, e seu salto agulha, você estava linda. Uma garrafa, dois copos inteiros, e alguns quebrados, eu nem me lembrava disso... Bitucas de cigarro, outra garrafa, mais uma... porra, que porre! Como você pode estar comigo? Na nossa suíte, me olho no espelho, não me reconheço. Pareço ter mais 10 anos do que realmente tenho, e você insiste em dizer que sou lindo despenteado, sem fazer a barba. De onde você é? Ontem a noite foi maravilhosa, queria dizer obrigado. Mas isso não existe pra gente, palavras, ora essa, que bobagem. As bens sucedidas tentativas de noites perfeitas, são perfeitas, acho que somos nós. Acho que a gente dá certo. Que de um certo modo, posso ser terrivel, bagunceiro, nojento, mas você se encaixa em mim com essa sua perfeição. Eu largaria sim, tudo por você, pelo seu sorriso, embora você não saiba disso.. Não saberia te perder, eu não suportaria isso. Pra que porres, drogas, sexo toda noite com várias mulheres, se eu tenho você?
Talvez eu ainda esteja drogado, e esses pensamentos saem sem querer, mas a verdade, é que eu, eu, eu amo você.
terça-feira, 29 de dezembro de 2009
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Descobrindo meu ser, sendo.
Me assustei com a idéia, da tormenta não ser minha, do susto não ser meu. Eu, com minha , meu receio, enfrentando meus sonhos e meus pesadelos, com covardia e com medo, sendo reconhecida pelo próprio ego de gostar de ser aquilo. Aquilo não era eu. E eu não queria ser aquilo.
Procurei isistivamente achar algumas respotas, em desespero, nada encontrei, quando cansada resolvi além de abandonar minha insistencia nas dúvidas, me abandonei, e ai sim, tive certeza plena de que aquilo não era eu. Que aquilo não eram as minhas coisas, e que eu não era nada, e não deveria estar em lugar nenhum. Ao me tornar, eu, sem ser eu, fui feliz. Reconheci de imediato e pequenez de um ser, e aceiter ser.
vendo de forma aleatória os fatos que aconteciam repetitivamente, tive medo, daquilo não ser eu, e encontrei em conlflito comigo mesma, pensava se era, pois algum espiríto, pois um sonho ou uma ilusão, de nenhuma dessas respostas fiquei satisfeita, pois era eu, oras. Mas um outro eu. Um outro que vai além dessa expessura terrível de carne, desses fios na cabela tão claros, e da água que cai dos olhos quando a vida não é o que se espera dela. Era algo, que irreconhecivelmente morava em mim. E eu, tinha de aceitar, dormir com aquilo por todos os meus dias, e acordar com a mesma coisa, que era eu. E foi por isso, que aceitei, todos os dias, me ser. Porque amanha, quem acordará comigo, ainda será eu. Ninguem sustentará meu corpo se não eu. E sonharas por mim, e morreras por mim, e choraras por mim, e sentirá minha dor. Sempre fui e sempre serei autora de minhas alegrias, dos meus medos, e tristezas; e só eu posso vive-los de maneira como são a mim, só eu posso curá-los. Eu, me conhecia agora, por eu. Sim, eu aceitava que o que vivera em mim, era eu, e que não poderia viver sem mim, assim como eu não viveria sem ele. Meu corpo iria envelhecer, o meu eu, também. Somando as bem sucedidas missões, dias e escolhas e os fracassos, as perdas, os tombos. Eu mesma, aceitei, que viver pra sempre, só pode acontecer, comigo mesma. E me abandonar por aí, é ir mais longe, é não abandonar de fato, pois não há como e nem razão, vagar pela vida sendo o que eu sou, fazendo de mim meu primeiro grande amor, eterno. O que acorda e dorme comigo, o que nasceu e certamente irá morrer. E este que sim, aguenta meus porres, meus dramas, minhas tristezas, na mesma intensidade em que aguento-lhe todos os dias, assim que levanto e penso: é só mais um dia, comigo mesma. Tive que aprender assim, que nunca estou sozinha, e que não sou uma, sou eu somado com eu, ou mim. Sou eu, mais as milhares de coisas que ja fui, que serei, que posso ser; sou as coisas que fiz, sou o que vive em mim... e ás vezes, sou até você.
Procurei isistivamente achar algumas respotas, em desespero, nada encontrei, quando cansada resolvi além de abandonar minha insistencia nas dúvidas, me abandonei, e ai sim, tive certeza plena de que aquilo não era eu. Que aquilo não eram as minhas coisas, e que eu não era nada, e não deveria estar em lugar nenhum. Ao me tornar, eu, sem ser eu, fui feliz. Reconheci de imediato e pequenez de um ser, e aceiter ser.
vendo de forma aleatória os fatos que aconteciam repetitivamente, tive medo, daquilo não ser eu, e encontrei em conlflito comigo mesma, pensava se era, pois algum espiríto, pois um sonho ou uma ilusão, de nenhuma dessas respostas fiquei satisfeita, pois era eu, oras. Mas um outro eu. Um outro que vai além dessa expessura terrível de carne, desses fios na cabela tão claros, e da água que cai dos olhos quando a vida não é o que se espera dela. Era algo, que irreconhecivelmente morava em mim. E eu, tinha de aceitar, dormir com aquilo por todos os meus dias, e acordar com a mesma coisa, que era eu. E foi por isso, que aceitei, todos os dias, me ser. Porque amanha, quem acordará comigo, ainda será eu. Ninguem sustentará meu corpo se não eu. E sonharas por mim, e morreras por mim, e choraras por mim, e sentirá minha dor. Sempre fui e sempre serei autora de minhas alegrias, dos meus medos, e tristezas; e só eu posso vive-los de maneira como são a mim, só eu posso curá-los. Eu, me conhecia agora, por eu. Sim, eu aceitava que o que vivera em mim, era eu, e que não poderia viver sem mim, assim como eu não viveria sem ele. Meu corpo iria envelhecer, o meu eu, também. Somando as bem sucedidas missões, dias e escolhas e os fracassos, as perdas, os tombos. Eu mesma, aceitei, que viver pra sempre, só pode acontecer, comigo mesma. E me abandonar por aí, é ir mais longe, é não abandonar de fato, pois não há como e nem razão, vagar pela vida sendo o que eu sou, fazendo de mim meu primeiro grande amor, eterno. O que acorda e dorme comigo, o que nasceu e certamente irá morrer. E este que sim, aguenta meus porres, meus dramas, minhas tristezas, na mesma intensidade em que aguento-lhe todos os dias, assim que levanto e penso: é só mais um dia, comigo mesma. Tive que aprender assim, que nunca estou sozinha, e que não sou uma, sou eu somado com eu, ou mim. Sou eu, mais as milhares de coisas que ja fui, que serei, que posso ser; sou as coisas que fiz, sou o que vive em mim... e ás vezes, sou até você.
"por toda minha vida"

"Que seja eterno enquanto dure esse amor e que dure para semprem, que seja abençoado por Deus, que seja diferente, que tenha alegria..."
Quem é que não quer, um amor assim?
Permaneça. Antes que eu enlouqueça. Não abandone, não seja capaz de me abandonar. Eu vou te amar, enquanto eu respirar, amar você em cada amanhecer. O amor mais bonito, mais profundo, mais sincero. O amor eterno, de quem sabe amar.
"É preciso saber viver"
Como o tempo passa. Que sem graça. Saber que os 5 mintos que agora pedir, nunca mais voltaram,
já se foram 5 minutos da minha vida. E é por isso, é exatamente por isso que o que me assusta, espanta, tambem me encanta e me detém. Me chama pra viver. O tempo passa rápido demais, e é preciso viver, aproveita-lo, da melhor maneira possível. Ser grande, ser livre, ser feliz. Fazer o que se quer, quando quer. O tempo é rapido, nós pequenos, e nosso léque de opções extremamente imensuráveis, ao que podemos fazer...
Viver é maravilhoso!
Como o tempo passa. Repito. Rapido demais. Esse ano, não teve 365 dias, pareceram 30, o ano ja acabando, e tantas mudanças, tantos sonhos, tantas pessoas, novidades, medos, e pouco tempo. Não é um equilibro, sobra tudo, menos tempo (e dinheiro).
Mas que passem os anos, para que eu possa aproveitar absurdamente meus momentos breves e unicos, meus 5 minutos que nunca voltaram, meus dias...
Nunca mais haverá o dia 22 de Dezembro de 2009. Tudo vira passado, até o segundo atrás, e é rápido demais... Eu só quero viver, aproveitar, o segundo a mais... a minha vida curta, breve, louca.
Não temos que gastar nosso tempo com preocupações, lágrimas, dores, cortes, espinhos, traições, são coisas da vida, mas há coisas tão maiores que devem tomar nosso tempo de maneira grandiosa, como a Família, os amigos, o amor, a diversão, o céu, as estrelas, o mar...Saber escolher o que te toma tempo, o que deixará saudade, viver do presente, não guardar rancor, extratos, perdas e ilusões, guardar aquilo que faz bem, o que deu certo, cartas de amor, presentes, sonhos... Colecionar coisas boas.
O tempo corre, e há coisas que aconteceram pra sempre, só é preciso saber em que gastar nosso tempo, valioso e nunca, saibam. Aprender a viver diariamente, sabendo que não há tempo que volte!
A vida é maravilhosa, e te dá opção de viver, e como você escolher!
"Toda pedra do caminho
Você pode retirar
Numa flor que tem espinhos
Você pode se arranhar
Se o bem e o mal existem
Você pode escolher
É preciso saber viver"
já se foram 5 minutos da minha vida. E é por isso, é exatamente por isso que o que me assusta, espanta, tambem me encanta e me detém. Me chama pra viver. O tempo passa rápido demais, e é preciso viver, aproveita-lo, da melhor maneira possível. Ser grande, ser livre, ser feliz. Fazer o que se quer, quando quer. O tempo é rapido, nós pequenos, e nosso léque de opções extremamente imensuráveis, ao que podemos fazer...Viver é maravilhoso!
Como o tempo passa. Repito. Rapido demais. Esse ano, não teve 365 dias, pareceram 30, o ano ja acabando, e tantas mudanças, tantos sonhos, tantas pessoas, novidades, medos, e pouco tempo. Não é um equilibro, sobra tudo, menos tempo (e dinheiro).
Mas que passem os anos, para que eu possa aproveitar absurdamente meus momentos breves e unicos, meus 5 minutos que nunca voltaram, meus dias...
Nunca mais haverá o dia 22 de Dezembro de 2009. Tudo vira passado, até o segundo atrás, e é rápido demais... Eu só quero viver, aproveitar, o segundo a mais... a minha vida curta, breve, louca.
Não temos que gastar nosso tempo com preocupações, lágrimas, dores, cortes, espinhos, traições, são coisas da vida, mas há coisas tão maiores que devem tomar nosso tempo de maneira grandiosa, como a Família, os amigos, o amor, a diversão, o céu, as estrelas, o mar...Saber escolher o que te toma tempo, o que deixará saudade, viver do presente, não guardar rancor, extratos, perdas e ilusões, guardar aquilo que faz bem, o que deu certo, cartas de amor, presentes, sonhos... Colecionar coisas boas.
O tempo corre, e há coisas que aconteceram pra sempre, só é preciso saber em que gastar nosso tempo, valioso e nunca, saibam. Aprender a viver diariamente, sabendo que não há tempo que volte!
A vida é maravilhosa, e te dá opção de viver, e como você escolher!
"Toda pedra do caminho
Você pode retirar
Numa flor que tem espinhos
Você pode se arranhar
Se o bem e o mal existem
Você pode escolher
É preciso saber viver"
A data.
Ás vezes eu fico pensando, e me sujeito aos mias diversos pensamentos. Me torno mais longânime, mais vivo. Toda minha camada áspera se vai, minha grotesta violências e a brutalidade de minhas palavras. É a época. Natal se aproxima, e eu me torno o melhor que eu posso ser. A bondade, a paz toma conta do meu ser. Chego a chorar. Meu coração se torna calmoso. O espírito do bem, o espirito alegre... O sorriso se torna minha marca, minha ala, minha assinatura.
Menino Jesus nasceu. Que época linda. Mas fico triste.
Tantas diferenças no mundo, tanta dor, miséria, rancor, ódio, falta de perdão. Tanto preconceito, tanta violência, maldade, sangue e estupidez. Isso de geração em geração, em toda nação.
Não importa o que sentem os poucos. Eu sou impar. Mas que falta de humildade. Mas sim, tenho o direito de me sentir uma boa pessoa, não só porque desejo coisas boas, mas porque tento ser o melhor que eu posso, fazer o bem as pessoas, ao mundo. Plantar uma flor, deixar que ela desabroche, regá-la, cuidá-la, faze-la viver. Nessa época sempre agradeço, por cada instante de vida, fragilizada, agradeço pelos dons que me foram dado, pela eterna capacidade imensa de amar e ser amado, e nada pedir em troca. De compartilhar o que se tem, fazer o bem, amar alguém... amar todos.
Retomo ao meu momento de tristeza, com frieza, procuro culpados, e os acho, e os julgo. Sou eu, somos nós. Nós mals amantes. Pessoas de pouca fé, pouco amor, pouca dor, poucos agradecimentos. Pessoas. Humanos, animais, sujos, errantes - poucos e muitos livres, armados.
Ao agradecimento, a tudo. Ao mundo, vida, pessoas, sorrisos, verde, animais, emprego, amores, amigos, saúde, casa, família... ao que tenho, e ao que não tenho, benção e proteção a quem conheço e a quem não conhece. E voltando... peço ainda, que preencha meu espirito, meu coração, minha vida; ora essa, que egoista. Que faça isso comigo, e com todas as pessoas do mundo...
Menino Jesus nasceu. Que época linda. Mas fico triste.
Tantas diferenças no mundo, tanta dor, miséria, rancor, ódio, falta de perdão. Tanto preconceito, tanta violência, maldade, sangue e estupidez. Isso de geração em geração, em toda nação.
Não importa o que sentem os poucos. Eu sou impar. Mas que falta de humildade. Mas sim, tenho o direito de me sentir uma boa pessoa, não só porque desejo coisas boas, mas porque tento ser o melhor que eu posso, fazer o bem as pessoas, ao mundo. Plantar uma flor, deixar que ela desabroche, regá-la, cuidá-la, faze-la viver. Nessa época sempre agradeço, por cada instante de vida, fragilizada, agradeço pelos dons que me foram dado, pela eterna capacidade imensa de amar e ser amado, e nada pedir em troca. De compartilhar o que se tem, fazer o bem, amar alguém... amar todos.
Retomo ao meu momento de tristeza, com frieza, procuro culpados, e os acho, e os julgo. Sou eu, somos nós. Nós mals amantes. Pessoas de pouca fé, pouco amor, pouca dor, poucos agradecimentos. Pessoas. Humanos, animais, sujos, errantes - poucos e muitos livres, armados.
Ao agradecimento, a tudo. Ao mundo, vida, pessoas, sorrisos, verde, animais, emprego, amores, amigos, saúde, casa, família... ao que tenho, e ao que não tenho, benção e proteção a quem conheço e a quem não conhece. E voltando... peço ainda, que preencha meu espirito, meu coração, minha vida; ora essa, que egoista. Que faça isso comigo, e com todas as pessoas do mundo...
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Mensagem para hoje!
Quantos anos se passaram para que chegássemos aqui? Sim, foram muitos anos, e chegou. Hoje, finalizando uma etapa não só importante, mas indestrutível e inesquecível. Não posso dizer que foi a melhor época de toda minha vida, nós, ainda, só temos 17 anos, e aqui mesmo aprendemos a ser otimistas, eu quero anos melhores, daqui pra frente também. Nada será igual! Um aperto no coração, e não consigo conter minha emoção. É difícil falar, e deixar tudo isso sem uma lágrima, sem um pedido de desculpas, ou um abraço apertado.
Ao longo dos anos, mudaram as turmas, mudaram os grupos, mudam professores, nós mudamos e crescemos. Estamos indo preparados, para um novo capitulo de nossas vidas.
É inevitável chegar até aqui e não ter o que agradecer. E aqui vão meus agradecimentos: primeiramente aos nossos pais, por tudo o que representam e realmente são em nossas vidas, por ser nossos primeiros e eternos amigos, apoio incondicional e conselhos. Pelos valores que nos passaram e por isso estamos aqui hoje. Agradeço a direção, pelo incentivo, pelos ensinamentos, pela oportunidade. Aos nossos queridos, amados professores, que muitas vezes deixaram de ser professores para se tornarem amigos, e deixaram de ser amigos e professores para se tornarem mestres, por muitas vezes nos educar, nos desculpar de nossas falhas, por nos punir, nos avaliar, nos manter em pé, por serem muitas vezes nossos pais. E finalmente, agradeço aos meus amigos. Amigos, com quem vivi e convivi um longo período da minha vida, não vou dizer que foi perfeito, porque não foi, tivemos brigas, até chutes e pontapés, palavreados maldosos, mas de tudo isso ficaram uma coisa: o aprendizado, para não cometermos os mesmos erros. De vocês amigos, tive as risadas, o compartilhamento de sonhos, as brincadeiras, os segredos bem guardados, a rotina alegre, e com vocês tomei broncas, advertências, punições... Fizemos de nossa convivência uma coisa prazerosa e por isso inesquecível, mas o tempo é irreversível e isso acabou, e vamos nos distanciar, não tem outro jeito... Mas vou guardar pra sempre em minha memória, todos os momentos em que passamos juntos, as interclasses, idas ao teatro, as musicas no ônibus, os apelidos, as caricaturas, as broncas, as brigas...
Daqui em diante, a vida não será a mesma, nós iremos responder por aquilo que fizermos e não teremos mais a proteção nem de nossos pais, nem da escola, dos professores e nem de nós mesmos.
Só quero que vocês jamais deixem de ter em mente, que viver é importante, mágico, que um ciclo se encerra para outro iniciar, e isso não para nunca. Tudo o que concluirmos será uma vitória e uma saudade a mais... Saudade, essa será a palavra daqui pra frente e pra sempre.
Obrigada a todos que compareceram nessa noite tão especial. Fico com meu agradecimento, e os meus parabéns, a nós, que vamos começar um outro ciclo, porque a hora é agora! Limpem as lágrimas, e aproveitem, de muitos essa será a ultima noite que vão se ver. Curtam esse momento, aproveitem ao máximo, e isso daqui em frente, aqui esta nossa juventude, e tudo que fizemos e tudo que ainda vamos fazer... Parabéns à vocês, e sucesso, em tudo o que fizerem, cada escolha tomada, cada passo dado. Fé e força de vontade em tudo, a vida continua e vocês continuarem dentro do meu coração.
Ao longo dos anos, mudaram as turmas, mudaram os grupos, mudam professores, nós mudamos e crescemos. Estamos indo preparados, para um novo capitulo de nossas vidas.
É inevitável chegar até aqui e não ter o que agradecer. E aqui vão meus agradecimentos: primeiramente aos nossos pais, por tudo o que representam e realmente são em nossas vidas, por ser nossos primeiros e eternos amigos, apoio incondicional e conselhos. Pelos valores que nos passaram e por isso estamos aqui hoje. Agradeço a direção, pelo incentivo, pelos ensinamentos, pela oportunidade. Aos nossos queridos, amados professores, que muitas vezes deixaram de ser professores para se tornarem amigos, e deixaram de ser amigos e professores para se tornarem mestres, por muitas vezes nos educar, nos desculpar de nossas falhas, por nos punir, nos avaliar, nos manter em pé, por serem muitas vezes nossos pais. E finalmente, agradeço aos meus amigos. Amigos, com quem vivi e convivi um longo período da minha vida, não vou dizer que foi perfeito, porque não foi, tivemos brigas, até chutes e pontapés, palavreados maldosos, mas de tudo isso ficaram uma coisa: o aprendizado, para não cometermos os mesmos erros. De vocês amigos, tive as risadas, o compartilhamento de sonhos, as brincadeiras, os segredos bem guardados, a rotina alegre, e com vocês tomei broncas, advertências, punições... Fizemos de nossa convivência uma coisa prazerosa e por isso inesquecível, mas o tempo é irreversível e isso acabou, e vamos nos distanciar, não tem outro jeito... Mas vou guardar pra sempre em minha memória, todos os momentos em que passamos juntos, as interclasses, idas ao teatro, as musicas no ônibus, os apelidos, as caricaturas, as broncas, as brigas...
Daqui em diante, a vida não será a mesma, nós iremos responder por aquilo que fizermos e não teremos mais a proteção nem de nossos pais, nem da escola, dos professores e nem de nós mesmos.
Só quero que vocês jamais deixem de ter em mente, que viver é importante, mágico, que um ciclo se encerra para outro iniciar, e isso não para nunca. Tudo o que concluirmos será uma vitória e uma saudade a mais... Saudade, essa será a palavra daqui pra frente e pra sempre.
Obrigada a todos que compareceram nessa noite tão especial. Fico com meu agradecimento, e os meus parabéns, a nós, que vamos começar um outro ciclo, porque a hora é agora! Limpem as lágrimas, e aproveitem, de muitos essa será a ultima noite que vão se ver. Curtam esse momento, aproveitem ao máximo, e isso daqui em frente, aqui esta nossa juventude, e tudo que fizemos e tudo que ainda vamos fazer... Parabéns à vocês, e sucesso, em tudo o que fizerem, cada escolha tomada, cada passo dado. Fé e força de vontade em tudo, a vida continua e vocês continuarem dentro do meu coração.
Escola, fim.
Retomo ao meu instante mais insano, meu momento de mel e delicadeza. A palavra "fim" me submete aos pensamentos mais distintos, diversos e dolorosos. Só se deve ao fim, a morte. Ai sim, nós meros mortais acreditamos ser o fim, quer dizer, o fim aqui. Há sempre o fim de outras coisas, outros lugares, a morte constante e assustadora das coisas, e toda alegria presente de anos, se vai... E não há chance, nem escolha, vai mesmo...
Escola, fim. Doze anos. Doze anos com as mesmas pessoas, mesmos amigos... Fiz irmãos la dentro, amigas que vou carregar e pendurar pra sempre em murais, paineis, albuns e no meu coração; minha memória que se tornara opaca, ainda se lembrará dos rostos, das palavras, dos carinhos, piadas, colas, tapas...
Ao longo dos anos nos formamos como cidadãos. Não estamos recebendo um diploma de ensino médico completo, e fim. É o diploma, de responsabilidade, de valores ganhos, de sonhos formados, de personalidades, caráter, dignidade, humildade, respeita a diferenças... Bom, são 12 anos, e que a gente aprende a conviver diariamente com o nosso oposto, com nossas diferenças, com nosso ódio...
Diariamente, aprende algo novo. É lindo, mágico.
Ao final, percebemos o valor que tem e que não é dado. E a saudade que vai ficar. Não só dos amigos que vão para outros lugares e os que vão ficar, mas de tudo, inclusive da inspetora que pegava no pé por causa da calça clara, do tenis colorido, do cabelo amaralo, do alargador, do topete, das gritarias; saudade das provas zeradas, das gargalhadas após as broncas, das broncas vergonhosas e humilhantes, da cumplicidade entre amigos pra fazer coisa errada...
Aprendi, muito, sobre o valor da amizade, do respeito, companherismo, solidariedade, união, afeto... Fiz amigas maravilhosas, únicas, abençoadas e amadas, queridas mesmo, de todo coração. Com elas roubei livro, tirei nota ruim, ri do professor, passei vergonha, fui pra diretoria, arrumei briga, dancei, colei, pulei.. presenciaram minhas perdas, meus ganhos, estruturaram meus sonhos, acreditaram em mim. A escola, foi meu ninho, meu jardim. Eu fiz a minha parte. É claro, esqueci de regar algumas flores, elas murcharam, mas plantei outras. Outras flores, morreram sozinhas. Ranquei as pragas, deixei desabrochar flores de todos os tipos, aceitei as ervas daninhas por um tempo... colhi meus frutos, plantei minhas sementes... e o jardim irá ficar, vai florecer, vai viver... pra quem vier cuidar, no meu lugar.
Bom seria, se daqui pra frente todos os alunos tivessem o mesmo chão que eu tive, as mesmas carteirinhas limpas em que nós animais, insistiamos em colar chiclete. O mural colorido, a losa escrita em letra de forma, com desenhos... No começo é assim. Se eles tiverem ao menos, a coragem que tive pra viver tudo de forma espontâne e verdadeira, se eles tiverem os amigos que tive, as broncas que levei, as encrencas que arrumei, com certeza usaram da mesma frase que eu: Valeu a pena, que pena que acabou.
Agora, vou embora, daqui, da escola. Traçar uma nova meta, ir realizar meus sonhos, os sonhos que muitas pessoas daquele local acreditaram, e ali fizeram, juras que eu vou carregar comigo. Eu preciso seguir, por mais assustador, e novo que isso seja. Encarar meus medos, tropeçar, cair... e ter a força, que um dia me deram, e ainda me dão. Eu vou seguir, tranquila, com tudo que vivi, posso ainda ser feliz. E dizer que aprendi, e não foi pouco, e foi lindo!
Professor fábio batendo com a régua em nossa mesa, e a gente não parava de rir.
A janaina trancando a gente na sala. Os professores separando a gente por conversa.
As colas mal feitas que sempre deram certo. As tardes de estudos que sempre terminavam em lanches. Os intervalos rápidos que a gente comia muito. As brigas (eu X Mayara, eu X Marcela, discussões engraçadas), nós e os meninos, as bermudas, as apresentações de dança, as fofocas, a Marcela caindo da escada, a mayara caindo na biblioteca, os amigos secretos, as feiras literárias, os teatros, trabalhos que a Mariane ficava brava, as gargalhadas e fugidas, os lanches na sala de aula, a vidro de perfume com pinga, as dormidas, as migué com tarefas... E esse ano? Bebedeiras, brigas, socos, diretoria... não faltou nada. Completou tudo que faltaria... Agora, minha maior falta, será vocês.
Para: minhas amigas, que entederam bem o que estou sentindo.
Escola, fim. Doze anos. Doze anos com as mesmas pessoas, mesmos amigos... Fiz irmãos la dentro, amigas que vou carregar e pendurar pra sempre em murais, paineis, albuns e no meu coração; minha memória que se tornara opaca, ainda se lembrará dos rostos, das palavras, dos carinhos, piadas, colas, tapas...
Ao longo dos anos nos formamos como cidadãos. Não estamos recebendo um diploma de ensino médico completo, e fim. É o diploma, de responsabilidade, de valores ganhos, de sonhos formados, de personalidades, caráter, dignidade, humildade, respeita a diferenças... Bom, são 12 anos, e que a gente aprende a conviver diariamente com o nosso oposto, com nossas diferenças, com nosso ódio...
Diariamente, aprende algo novo. É lindo, mágico.
Ao final, percebemos o valor que tem e que não é dado. E a saudade que vai ficar. Não só dos amigos que vão para outros lugares e os que vão ficar, mas de tudo, inclusive da inspetora que pegava no pé por causa da calça clara, do tenis colorido, do cabelo amaralo, do alargador, do topete, das gritarias; saudade das provas zeradas, das gargalhadas após as broncas, das broncas vergonhosas e humilhantes, da cumplicidade entre amigos pra fazer coisa errada...
Aprendi, muito, sobre o valor da amizade, do respeito, companherismo, solidariedade, união, afeto... Fiz amigas maravilhosas, únicas, abençoadas e amadas, queridas mesmo, de todo coração. Com elas roubei livro, tirei nota ruim, ri do professor, passei vergonha, fui pra diretoria, arrumei briga, dancei, colei, pulei.. presenciaram minhas perdas, meus ganhos, estruturaram meus sonhos, acreditaram em mim. A escola, foi meu ninho, meu jardim. Eu fiz a minha parte. É claro, esqueci de regar algumas flores, elas murcharam, mas plantei outras. Outras flores, morreram sozinhas. Ranquei as pragas, deixei desabrochar flores de todos os tipos, aceitei as ervas daninhas por um tempo... colhi meus frutos, plantei minhas sementes... e o jardim irá ficar, vai florecer, vai viver... pra quem vier cuidar, no meu lugar.
Bom seria, se daqui pra frente todos os alunos tivessem o mesmo chão que eu tive, as mesmas carteirinhas limpas em que nós animais, insistiamos em colar chiclete. O mural colorido, a losa escrita em letra de forma, com desenhos... No começo é assim. Se eles tiverem ao menos, a coragem que tive pra viver tudo de forma espontâne e verdadeira, se eles tiverem os amigos que tive, as broncas que levei, as encrencas que arrumei, com certeza usaram da mesma frase que eu: Valeu a pena, que pena que acabou.
Agora, vou embora, daqui, da escola. Traçar uma nova meta, ir realizar meus sonhos, os sonhos que muitas pessoas daquele local acreditaram, e ali fizeram, juras que eu vou carregar comigo. Eu preciso seguir, por mais assustador, e novo que isso seja. Encarar meus medos, tropeçar, cair... e ter a força, que um dia me deram, e ainda me dão. Eu vou seguir, tranquila, com tudo que vivi, posso ainda ser feliz. E dizer que aprendi, e não foi pouco, e foi lindo!
Professor fábio batendo com a régua em nossa mesa, e a gente não parava de rir.
A janaina trancando a gente na sala. Os professores separando a gente por conversa.
As colas mal feitas que sempre deram certo. As tardes de estudos que sempre terminavam em lanches. Os intervalos rápidos que a gente comia muito. As brigas (eu X Mayara, eu X Marcela, discussões engraçadas), nós e os meninos, as bermudas, as apresentações de dança, as fofocas, a Marcela caindo da escada, a mayara caindo na biblioteca, os amigos secretos, as feiras literárias, os teatros, trabalhos que a Mariane ficava brava, as gargalhadas e fugidas, os lanches na sala de aula, a vidro de perfume com pinga, as dormidas, as migué com tarefas... E esse ano? Bebedeiras, brigas, socos, diretoria... não faltou nada. Completou tudo que faltaria... Agora, minha maior falta, será vocês.
Para: minhas amigas, que entederam bem o que estou sentindo.
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
Preciso de uma nova poesia cotidiana....
Preciso. Não sei com que urgência, na minha fé infindável e no meu amor imensurável. Preciso de ti. Pra me puxar dos meus baixos astral, e da areia movediça dos meus pensamentos.
Estive pensando hoje. Em como agora faltaram coisas para escrever, como agora vai ser mais imaginação do que inspiração. Você me inspirava, eu te respirava, te sentia e você me sugava. Tomava conta dos meus pensamentos, frases e dias. E agora, como é que eu vou falar de amor?
Precisar de você é malancólico. Porque eu aceitei, quis te perder. Te livrar de mim. Te abençoar com a nossa distância.
E a nova poesia cotidiana, só espero que não seja áspera, que não seja dolorosa, nem triste.
Cansei das minhas trilhas sonoras. Cansei de mim...
Agora, que seja, e será, algo novo, motivador, e a breve saudade...
Estive pensando hoje. Em como agora faltaram coisas para escrever, como agora vai ser mais imaginação do que inspiração. Você me inspirava, eu te respirava, te sentia e você me sugava. Tomava conta dos meus pensamentos, frases e dias. E agora, como é que eu vou falar de amor?
Precisar de você é malancólico. Porque eu aceitei, quis te perder. Te livrar de mim. Te abençoar com a nossa distância.
E a nova poesia cotidiana, só espero que não seja áspera, que não seja dolorosa, nem triste.
Cansei das minhas trilhas sonoras. Cansei de mim...
Agora, que seja, e será, algo novo, motivador, e a breve saudade...
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Chico, dando som as minhas trilhas e tristezas.
"Hoje você é quem manda.
Falou, tá falado,
Falou, tá falado,
Não tem discussão!
A minha gente hoje anda
Falando de lado
E olhando pro chão, viu?!
Você que inventou esse estado
E inventou de inventar
Toda a escuridão,
Você que inventou o pecado
Esqueceu-se de inventar o perdão!
Apesar de você
Amanhã há de ser
Outro dia
Eu pergunto a você:
Onde vai se esconder
Da enorme euforia?
Como vai proibir
Quando o galo insistir
Em cantar?
Água nova brotando
E a gente se amando
Sem parar...
Quando chegar o momento,
Esse meu sofrimento,
Vou cobrar com juros, juro!
Todo esse amor reprimido
Esse grito contido
Este samba no escuro
Você que inventou a tristeza
Ora, tenha a fineza
De desinventar.
Você vai pagar e é dobrado
Cada lágrima rolada
Apesar de você
Amanhã há de ser
Outro dia
Inda pago pra ver,
O jardim florescer,
Qual você não queria!
Você vai se amargar
Vendo o dia raiar
Sem lhe pedir licença...
E eu vou morrer de rir
E eu vou morrer de rir
Que esse dia há de vir
Antes do que você pensa
Apesar de você
Amanhã há de ser
Outro dia
Você vai ter que ver:
A manhã renascer
E esbanjar poesia,
Como vai se explicar
Vendo o céu clarear?
De repente, impunemente...
Como vai abafar
Nosso coro a cantar
Na sua frente?
Apesar de você
Amanhã há de ser
Outro dia
Você vai se dar mal
Etc. e tal"
Antes do que você pensa
Apesar de você
Amanhã há de ser
Outro dia
Você vai ter que ver:
A manhã renascer
E esbanjar poesia,
Como vai se explicar
Vendo o céu clarear?
De repente, impunemente...
Como vai abafar
Nosso coro a cantar
Na sua frente?
Apesar de você
Amanhã há de ser
Outro dia
Você vai se dar mal
Etc. e tal"
(Chico Buarque - Apesar de você)
Chico, pra gente se esquecer e lembrar, das coisas da gente...
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Um amor para recordar.
"Eu não sou uma pessoa perfeita. Tem coisas que eu queria que não tivessem sido feitas, mas eu continuo aprendendo. Eu nunca quis ter feito aquelas coisas pra você, e então eu tenho que dizer antes de ir: Eu só quero que você saiba, que eu encontrei uma razão pra mim, pra mudar o que eu costumva ser, uma razão pra começar de novo, e a razão é você. Eu sinto muito que eu tenha te machucado, é algo que eu tenho que conviver todo dia. E toda dor que eu te fiz passar... Eu queria fazê-la desapareer e ser o que seguraria todas suas lágrimas, é por isso que eu preciso que voce escute que eu encontrei uma razão pra mim, pra mudar o que eu costumva ser, uma razão pra começar de novo, e a razão é você"segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
R. M.
É tão doloroso. É difícil. "O mais complicado e o mais simples pra mim". Não sei porque você insiste em fazer tudo do jeito mais difícil. É sempre tão triste e melancólico escrever sobre você, e não deveria ser. Eu deveria me lembrar sobre aqueles dias de rodas de violão, de companherimos, de sonhos compartilhados, das férias, dos planos, do grude, das saídas aos shopping... mas eu me lembro, também. E deve ser por isso, que hoje é tão assombrosa, pra mim, nossa relação.
Eu queria tanto te odiar ás vezes. Eu queria tanto que você soubesse que amei você, que eu amo você. E por tantas vezes, tentei te mostrar, te provar que meu amor sempre fora maior, porque ficou e o seu amor... ou seja lá o que for, foi embora. Nossas conversas são horriveis, e me fazem chorar, no momento, e depois... Você sempre joga as coisas na minha cara, como se eu tivesse a obrigação de ser a perfeição que só você via, cegamente em mim. Eu sempre me esforcei pra tentar ser melhor pra você, pra merecer o seu amor, sua amizade, seu sorriso. Mas acho que não, nunca servi, nunca fui o que deveria ter sido, e você, faz questão que eu saiba que disperdicei seu amor, faz questão de jogar sobre mim, o meu jeito, aquele 'tal' jeito que você fala, que é o que encanta... mas como você mesmo diz, eu faço isso com todos, e você disso isso cruelmente, com toda maldade, abrindo meus poros e feridas. Sim, faço. Mas só você se iludiu. EU nunca fiz por mal, nunca fui carinhosa, atenciosa... nãoera com você, não era meus encantos, minha arma, sim, é o meu jeito. E eu mudei, porque não aguentaria, mais esse roteiro apenas com mudança de personagem. Me bastou você. Me bastaria todas as vezes que se medisse saudade, amor, dor.
Você bem que podia entender, que eu nunca fiz por mal não te merecer. Que eu sempre fui eu mesma, que eu sempre tentei te fazer bem, mas eu era assim, repito, eu mudei.
Eu queria abrir mão de tudo, ja disse isso pra você, com minha sinceridade que teimo em carregar comigo... Ja disse, que se vou perguntar se esta tudo bem, é que eu preciso saber como você esta, como esta sua vida, mesmo que eu não faça diferença... E se você quisesse saber como estou, viria perguntar. Mas a saudade, curiosidade, a tal vontade de saber de você, sempre sou eu. Eu corro atrás de nossa amizade. E pra você? Não sei se tanto faz, se tanto fez... mas, não sei de mais nada. Quis te odiar de novo, dizer mais uma vez que você estava bebado, pra dizer todas aquelas coisas... eu sempre acreditei em você. Não tanto quanto você queria, ou precisasse, mas eu nunca correspondi com nada que você precisasse.
"Eu não vou aguentar ficar sem te ver, sem saber de você, sem que um pedaço da minha vida fosse iluminado por esse teu sorriso... Eu preciso te amar, continuar te amando, mesmo que seja a distancia, você entende?"
Eu só não quero me ferir mais por você. Você deixa minha cabeça a milhão, e meu coração também, não a batimentos, em pedaços. Eu só te desejo algo bom.. de coração.
Sinto muita saudade de você em casa, nossas férias, nossas idas ao cinema, sua voz cantando, e você tocando novas canções, me contando do seu dia... Você me faz falta, mas eu prefiro sentir sua falta, do que sua raiva, mágoa, ou seja lá o que for...
(você também ja me magoou)
"Eu mesmo não sei dizer, como não consigo segurar a vontade de falar com você e o que a sua ausênsia causa em mim. A distância só ajudou perceber que é muito mais forte do que pensava, quanto mais posso me surpreender, dizer com palavras não sou capaz. E por que não? agora então, diz pequena, pra que olhar pra trás? se meus pés já sairam do chão? E porque não? agora então, diz pequena, pra que olhar pra trás? se meus pés já sairam do chão. Eu mesmo não dizer, como não consigo segurar a vontade de falar com você e o que a sua ausência causa em mim. E por que não? agora então, diz pequena, pra que olhar pra trás? se meus pés já sairam do chão. E por que não? agora então, diz pequena, pra que olhar pra trás? se meus pés já sairam do chão." (FALANTE - PEQUENA)
Eu queria tanto te odiar ás vezes. Eu queria tanto que você soubesse que amei você, que eu amo você. E por tantas vezes, tentei te mostrar, te provar que meu amor sempre fora maior, porque ficou e o seu amor... ou seja lá o que for, foi embora. Nossas conversas são horriveis, e me fazem chorar, no momento, e depois... Você sempre joga as coisas na minha cara, como se eu tivesse a obrigação de ser a perfeição que só você via, cegamente em mim. Eu sempre me esforcei pra tentar ser melhor pra você, pra merecer o seu amor, sua amizade, seu sorriso. Mas acho que não, nunca servi, nunca fui o que deveria ter sido, e você, faz questão que eu saiba que disperdicei seu amor, faz questão de jogar sobre mim, o meu jeito, aquele 'tal' jeito que você fala, que é o que encanta... mas como você mesmo diz, eu faço isso com todos, e você disso isso cruelmente, com toda maldade, abrindo meus poros e feridas. Sim, faço. Mas só você se iludiu. EU nunca fiz por mal, nunca fui carinhosa, atenciosa... nãoera com você, não era meus encantos, minha arma, sim, é o meu jeito. E eu mudei, porque não aguentaria, mais esse roteiro apenas com mudança de personagem. Me bastou você. Me bastaria todas as vezes que se medisse saudade, amor, dor.
Você bem que podia entender, que eu nunca fiz por mal não te merecer. Que eu sempre fui eu mesma, que eu sempre tentei te fazer bem, mas eu era assim, repito, eu mudei.

Eu queria abrir mão de tudo, ja disse isso pra você, com minha sinceridade que teimo em carregar comigo... Ja disse, que se vou perguntar se esta tudo bem, é que eu preciso saber como você esta, como esta sua vida, mesmo que eu não faça diferença... E se você quisesse saber como estou, viria perguntar. Mas a saudade, curiosidade, a tal vontade de saber de você, sempre sou eu. Eu corro atrás de nossa amizade. E pra você? Não sei se tanto faz, se tanto fez... mas, não sei de mais nada. Quis te odiar de novo, dizer mais uma vez que você estava bebado, pra dizer todas aquelas coisas... eu sempre acreditei em você. Não tanto quanto você queria, ou precisasse, mas eu nunca correspondi com nada que você precisasse.
"Eu não vou aguentar ficar sem te ver, sem saber de você, sem que um pedaço da minha vida fosse iluminado por esse teu sorriso... Eu preciso te amar, continuar te amando, mesmo que seja a distancia, você entende?"
Eu só não quero me ferir mais por você. Você deixa minha cabeça a milhão, e meu coração também, não a batimentos, em pedaços. Eu só te desejo algo bom.. de coração.
Sinto muita saudade de você em casa, nossas férias, nossas idas ao cinema, sua voz cantando, e você tocando novas canções, me contando do seu dia... Você me faz falta, mas eu prefiro sentir sua falta, do que sua raiva, mágoa, ou seja lá o que for...
(você também ja me magoou)
"Eu mesmo não sei dizer, como não consigo segurar a vontade de falar com você e o que a sua ausênsia causa em mim. A distância só ajudou perceber que é muito mais forte do que pensava, quanto mais posso me surpreender, dizer com palavras não sou capaz. E por que não? agora então, diz pequena, pra que olhar pra trás? se meus pés já sairam do chão? E porque não? agora então, diz pequena, pra que olhar pra trás? se meus pés já sairam do chão. Eu mesmo não dizer, como não consigo segurar a vontade de falar com você e o que a sua ausência causa em mim. E por que não? agora então, diz pequena, pra que olhar pra trás? se meus pés já sairam do chão. E por que não? agora então, diz pequena, pra que olhar pra trás? se meus pés já sairam do chão." (FALANTE - PEQUENA)
"mas se você soubesse o quanto eu ainda te amo..."
Me dói, corrói, maltrata, distrói.
Foi uma escolha minha, seguir. Foi uma escolha minha, partir.
"A gente colhe o que a gente planta".
Só sei que é horrivel ter que assim se dividir.

Saudade (a-u)
s. f.
1. Lembrança grata de pessoa ausente ou de alguma coisa de que nos vemos privados.
2. Pesar, mágoa que essa privação nos causa.
3. Bot. Suspiro (planta dipsacácea).
4. Nome dado no Brasil a várias plantas.saudades
s. f. pl.
5. Lembranças; recordações; cumprimentos.
"Uma vez feita a escolha é preciso ser forte e confiar no próprio coração"
Foi uma escolha minha, seguir. Foi uma escolha minha, partir.
"A gente colhe o que a gente planta".
Só sei que é horrivel ter que assim se dividir.

Saudade (a-u)
s. f.
1. Lembrança grata de pessoa ausente ou de alguma coisa de que nos vemos privados.
2. Pesar, mágoa que essa privação nos causa.
3. Bot. Suspiro (planta dipsacácea).
4. Nome dado no Brasil a várias plantas.saudades
s. f. pl.
5. Lembranças; recordações; cumprimentos.
"Uma vez feita a escolha é preciso ser forte e confiar no próprio coração"
estou indo.
Eu vou, pra nunca mais voltar!
Eu queria ter ódio. E essa é a contradição do que eu sempre penso e falo: "nós temos controle sobre o que sentimos, a razão é sempre maior que o coração".
E não, talvez não seja realmente assim, por mais dificíl que seja admitir. Eu queria ter ódio. E não consigo. Sou fraca. Queria me corromper e viver desses sentimentos terríveis e assombrosos, vingança, maldade, raiva... Mas não, sou perdão, amor, calor, abrigo e saudade, e hoje tristeza.
O que me consome, eu considero triste, é tristeza. Refletiva de maneira drástica e dramática na minha vida. Impulsionada por motivos diversos e ocasiões inoportunas, eu diria, sempre. Eu odeio chorar. Me sentir fragilizade, ter esse perdão enorme e eterno dentro de mim.
Ninguém nunca pede desculpa se me fere, se me faz sangrar; acho que mudei. Deixei de ser rocha, agora sou recoberta de pele, de matéria, igual a todos. Embora não demonstre, dói em mim, coisas que doem em qualquer
ser, eu só não entendo porque as pessoas gostam tanto de me colocar a prova, gostam de ter o gosto de me ferir, me machucar, e eu fazendo força pra não chorar. Decididamente, deixei que viessem minhas angustias, minhas dores, minhas lágrimas e por consequência, meu perdão. E com todo perdão da palavra... eu prefiro falar, do que me calar. E que você morra por um, dois dias. Não, não te desejo o mal. Nunca desejei. Descobri que amor e ódio são duas coisas bem próximas. Ontem, enquanto te amava, te odiei. Quis morrer, desejei que você morresse, me deu saudade, me deu raiva... mas eu te perdoei por me esquecer, por enganos, por medos, por saudade...Só existe um perdão que ainda não sou capaz, o perdão próprio, a capacidade de se perdoar, perdoar os próprios erros, falhas, medos, pecados, perdoar o que você é. eu nunca vou me perdoar pelo o que eu sou.
Hoje, eu choro, talvez amanha não, e que o que vier, seja bom, que haja perdão, amor no coração... Que as marcar sejam apagadas, que não fique marcas, que não fique nada, além de coisas boas, pra nós.
E eu prefiro seguir só. Por mais doloroso, mais difícil, mais assombroso que seja. Prefiro caminhar sozinha, tendo de suportar meu perdão, tendo de suportar minha falta de ódio e de amor, aprendendo a conviver com o que eu descobri ser, feita de matéria, e não pó. Seguir, ir aonde o vento, o tempo, a razão ou o coração me levar. Ir adiante, sem mágoas, com saudade, com dor ... e te carregar, aonde eu for.
Aonde quer que esteja, pra onde quer que eu vá. O que me guia e guiará... que minha estrela, nunca deixe de brilhar... E não me levem a mal, não é normal sofrer, prefiro morrer. Prefiro que não sofram e que venha todo sofruimento pra mim, ai esta, o coração maior que a razão. Me considero mais forte, aguento os trancos e barrancos, muito mais, que muitos. Aguento com pouca lamentação, pouca dor, e duração. Aguento, sou forte, mais que muitos, repito. E ainda que fraca, a maldita ameaça, solidão.
Verdade, exagero, vaidade - nem tanto assim.
Eu queria ter ódio. E essa é a contradição do que eu sempre penso e falo: "nós temos controle sobre o que sentimos, a razão é sempre maior que o coração".
E não, talvez não seja realmente assim, por mais dificíl que seja admitir. Eu queria ter ódio. E não consigo. Sou fraca. Queria me corromper e viver desses sentimentos terríveis e assombrosos, vingança, maldade, raiva... Mas não, sou perdão, amor, calor, abrigo e saudade, e hoje tristeza.
O que me consome, eu considero triste, é tristeza. Refletiva de maneira drástica e dramática na minha vida. Impulsionada por motivos diversos e ocasiões inoportunas, eu diria, sempre. Eu odeio chorar. Me sentir fragilizade, ter esse perdão enorme e eterno dentro de mim.
Ninguém nunca pede desculpa se me fere, se me faz sangrar; acho que mudei. Deixei de ser rocha, agora sou recoberta de pele, de matéria, igual a todos. Embora não demonstre, dói em mim, coisas que doem em qualquer
ser, eu só não entendo porque as pessoas gostam tanto de me colocar a prova, gostam de ter o gosto de me ferir, me machucar, e eu fazendo força pra não chorar. Decididamente, deixei que viessem minhas angustias, minhas dores, minhas lágrimas e por consequência, meu perdão. E com todo perdão da palavra... eu prefiro falar, do que me calar. E que você morra por um, dois dias. Não, não te desejo o mal. Nunca desejei. Descobri que amor e ódio são duas coisas bem próximas. Ontem, enquanto te amava, te odiei. Quis morrer, desejei que você morresse, me deu saudade, me deu raiva... mas eu te perdoei por me esquecer, por enganos, por medos, por saudade...Só existe um perdão que ainda não sou capaz, o perdão próprio, a capacidade de se perdoar, perdoar os próprios erros, falhas, medos, pecados, perdoar o que você é. eu nunca vou me perdoar pelo o que eu sou. Hoje, eu choro, talvez amanha não, e que o que vier, seja bom, que haja perdão, amor no coração... Que as marcar sejam apagadas, que não fique marcas, que não fique nada, além de coisas boas, pra nós.
E eu prefiro seguir só. Por mais doloroso, mais difícil, mais assombroso que seja. Prefiro caminhar sozinha, tendo de suportar meu perdão, tendo de suportar minha falta de ódio e de amor, aprendendo a conviver com o que eu descobri ser, feita de matéria, e não pó. Seguir, ir aonde o vento, o tempo, a razão ou o coração me levar. Ir adiante, sem mágoas, com saudade, com dor ... e te carregar, aonde eu for.
Aonde quer que esteja, pra onde quer que eu vá. O que me guia e guiará... que minha estrela, nunca deixe de brilhar... E não me levem a mal, não é normal sofrer, prefiro morrer. Prefiro que não sofram e que venha todo sofruimento pra mim, ai esta, o coração maior que a razão. Me considero mais forte, aguento os trancos e barrancos, muito mais, que muitos. Aguento com pouca lamentação, pouca dor, e duração. Aguento, sou forte, mais que muitos, repito. E ainda que fraca, a maldita ameaça, solidão.
Verdade, exagero, vaidade - nem tanto assim.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Músicas para hoje.
"Bem que eu te disse que seria meio difícil de esquecer. Cê não ligava e me dizia: deixa pra lá, vamos viver assim. A gente merece um final feliz. Se te faz sentir melhor, jogue a culpa em mim. Eu faço as honras e em tudo ponho um fim. E se quiser diga que sou um cara amargo, que era tão frágil e não estive do seu lado. E se quiser, finja que fez a sua parte. Nunca foi fácil e agora já é muito tarde. Pode ficar. Sinceramente nunca mais vou voltar. Eu já cansei de viver pisando em cacos. Por comodismo ou por medo da solidão impedimos a nós mesmos de ser mais honestos com a nossa relação. Agora eu sei, tudo acaba. Pode ser cruel e injusto, mas negar a mudança é assim tão mais seguro? Se eu for estou só? Vou descobrir mesmo que seja pela maneira pior. Eu já cansei de calar a minha voz..." (Falante - Meio amargo) ♫
"Sinto mas escolhas foram feitas. Na verdade cedo ou tarde iria acontecer. Se sou capaz de levar isso adiante? Confesso que em alguns instantes eu olhei pra trás. E quantas noites eu atravessei em claro, tentando esquecer como eu estava errado. Queria tanto te dizer o quanto eu sinto saudades de ir pra sua casa todo fim de tarde. Não sei mais se certo ou errado agi, só sei quanto machuca ter que assim me dividir. Tanto faz. Te tenho nos meus planos e espero que não seja tarde quando eu voltar. Sei que egoísta eu fui, e estou tentando ser melhor..." (Falante - Entro nós) ♪ Essa dói.
"Sinto mas escolhas foram feitas. Na verdade cedo ou tarde iria acontecer. Se sou capaz de levar isso adiante? Confesso que em alguns instantes eu olhei pra trás. E quantas noites eu atravessei em claro, tentando esquecer como eu estava errado. Queria tanto te dizer o quanto eu sinto saudades de ir pra sua casa todo fim de tarde. Não sei mais se certo ou errado agi, só sei quanto machuca ter que assim me dividir. Tanto faz. Te tenho nos meus planos e espero que não seja tarde quando eu voltar. Sei que egoísta eu fui, e estou tentando ser melhor..." (Falante - Entro nós) ♪ Essa dói.
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
Neste dia.
Passo todos os dias encarando minha desintegração, encarando meus medos.
Estou tão cansada, e ainda assim agitada, que não vejo as horas passarem. De repente, quando me sento, para aliviar minha dor nos pés, ou da mente, ja é hora de ir embora, e começar uma outra coisa. Mas eu não me dou sossego, não me deixo em paz. Queria entender como posso do meu machismo absoluto, me tornar dramaticamente uma menina. Que nojo, que encanto.
Sim, estou confusa. Nunca consegui admitir isso. tanta fraqueza em um ser pequeno, sou minúscula. Telescópica. Nunca quis admitir nem aceitar, que eu mesma posso me trair, em encontrar em fundo ao poço, que eu mesma cavei. Sim, eu sempre quis o precipício, não o alto, mas a queda. E o achei, e caí; e por pior que fosse, eu me encontrei lá, pela primeira vez, e não, não era o que eu esperava,
eu cansei, e achei sem graça até o precipício. Tento corrigir períodicamente meus erros, na ansia de me tornar alguém melhor... mas não, se eu nada fizesse, e não me preocupasse com meus atos, ações e minhas constantes e repetitivas falhas, eu seria melhor. Insisto nos meus valores. Honestidade, humildade, verdade, sinceridade... VERDADE! Eu preciso ser verdadeira, tornar real meus sentimentos, e fazer valer meus sonhos; preciso me ouvir, e antes, me entender. E agora, nessa confusão encantada e nojenta, só preciso de alguém que saiba ouvir, entender e nada perguntar.
Estou tão cansada, e ainda assim agitada, que não vejo as horas passarem. De repente, quando me sento, para aliviar minha dor nos pés, ou da mente, ja é hora de ir embora, e começar uma outra coisa. Mas eu não me dou sossego, não me deixo em paz. Queria entender como posso do meu machismo absoluto, me tornar dramaticamente uma menina. Que nojo, que encanto.
Sim, estou confusa. Nunca consegui admitir isso. tanta fraqueza em um ser pequeno, sou minúscula. Telescópica. Nunca quis admitir nem aceitar, que eu mesma posso me trair, em encontrar em fundo ao poço, que eu mesma cavei. Sim, eu sempre quis o precipício, não o alto, mas a queda. E o achei, e caí; e por pior que fosse, eu me encontrei lá, pela primeira vez, e não, não era o que eu esperava,
eu cansei, e achei sem graça até o precipício. Tento corrigir períodicamente meus erros, na ansia de me tornar alguém melhor... mas não, se eu nada fizesse, e não me preocupasse com meus atos, ações e minhas constantes e repetitivas falhas, eu seria melhor. Insisto nos meus valores. Honestidade, humildade, verdade, sinceridade... VERDADE! Eu preciso ser verdadeira, tornar real meus sentimentos, e fazer valer meus sonhos; preciso me ouvir, e antes, me entender. E agora, nessa confusão encantada e nojenta, só preciso de alguém que saiba ouvir, entender e nada perguntar.Hoje, esse dia, eu estou tão triste.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Ela.
Não queria. Simples assim. Sò não queria. O não querer, era o descaso e o descuido do querer.
Não queria, e isso era o suficiente, de que o acontecimento, a tiraria do sério. O não querer era um limite, o seu limite. Pra ela bastava o não querer, pra aquilo que não queria, ñão se repetir nunca mais. Sua palavra e suas vontades eram cruéis. Ela era cruel. Mas isso ela queria, ela queria ser cruel. Não com as pessoas, consigo mesma. Por isso era dura, forte e cruel, no que queria e no que não queria. Queria pensar mais em sí, e isso ainda não conseguiu. Descobre-se a emoção, ao inves da razão. Ela queria, mas inevitavelmente, pensava muito nos outros, e não queriam que soubesse e disso eles não sabiam. Queria pensar em si, e não conseguiu. Fraquejou pela primeira vez na sua crueldade, e chorou.
Não queria, e isso era o suficiente, de que o acontecimento, a tiraria do sério. O não querer era um limite, o seu limite. Pra ela bastava o não querer, pra aquilo que não queria, ñão se repetir nunca mais. Sua palavra e suas vontades eram cruéis. Ela era cruel. Mas isso ela queria, ela queria ser cruel. Não com as pessoas, consigo mesma. Por isso era dura, forte e cruel, no que queria e no que não queria. Queria pensar mais em sí, e isso ainda não conseguiu. Descobre-se a emoção, ao inves da razão. Ela queria, mas inevitavelmente, pensava muito nos outros, e não queriam que soubesse e disso eles não sabiam. Queria pensar em si, e não conseguiu. Fraquejou pela primeira vez na sua crueldade, e chorou.
Sobre mim, e os altos efeitos.
Parece que estou tentando me recompensar de mim mesma. Não parece, mas estou.
Essa é a grande verdade: "a verdade deve ser corajosamente dita". Sou tão covarde.
Alimento em mim a esperança de tudo voltar ao normal, em relação aos outros e meus sentimentos. Já sabia da minha inconstancia, só não sabia que ia ser posta a prova novamente. Odeio ter que provar pra mim mesma quem eu sou, pouco me importando sobre o que os outros pensam de mim, eu sinto, sou tão vulgar, tão patética, imatura e covarde.
Essa é a grande verdade: "a verdade deve ser corajosamente dita". Sou tão covarde.
Alimento em mim a esperança de tudo voltar ao normal, em relação aos outros e meus sentimentos. Já sabia da minha inconstancia, só não sabia que ia ser posta a prova novamente. Odeio ter que provar pra mim mesma quem eu sou, pouco me importando sobre o que os outros pensam de mim, eu sinto, sou tão vulgar, tão patética, imatura e covarde.
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
solidão

Quase hora do almoço. E que passe a hora do almoço, e do dia todo...
Eu não tenho fome. Certas angústias me consomem, descubro alimento através da dor, do amor, do perdão e da perda...
Sinto falta de tanta coisa. Eu sou vazia. E sem fome.
E a noite, madrugada mais uma vez, o chão me chama, me debruço sobre meus erros e meus pecados. Me remoo, me nego, a vida é tão sem graça, e tão pesada, mesmo que vazia.
É dificíl viver. É dificíl morrer. Sem fome, não durmo, ja é quase de manhã, a madrugada esta acabando, e se quer me permiti fechar os olhos para dormir, é tudo assombroso. Me desdobro e me descubro em pensamentos, dor, solidão.
Eu não tenho fome. Certas angústias me consomem, descubro alimento através da dor, do amor, do perdão e da perda...
Sinto falta de tanta coisa. Eu sou vazia. E sem fome.
E a noite, madrugada mais uma vez, o chão me chama, me debruço sobre meus erros e meus pecados. Me remoo, me nego, a vida é tão sem graça, e tão pesada, mesmo que vazia.
É dificíl viver. É dificíl morrer. Sem fome, não durmo, ja é quase de manhã, a madrugada esta acabando, e se quer me permiti fechar os olhos para dormir, é tudo assombroso. Me desdobro e me descubro em pensamentos, dor, solidão.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Eu acho.
Como ela sempre se remetesse ao "achadismo" das coisas. Sim, ela achava e pronto. Era suficiente para se tornar cruel em defesa, por exemplo, do que ela achava mais certo. Tudo bem, que uma porção de coisas, das quais ela tinha opinião "eu acho", do seu achismo terrível, são realmente subjetivas, mas são essas que fazia com que ela deixasse de ver o outro lado, ela achava e pronto. Não seria o contrário, mesmo que o que ela achava estava errado, ela sempre tinha razão.
Era de opinião forte, irritantemente não mudava. Se falasse que azul é verde, assim ficaria, e ia confundindo todas as outras pessoas com seus achismo, porque se assim ela achava, assim era.
Seu mundo, não era dela, não fora criado, inventado, perdido.. era achado.
E eu acho, que ela achava demais, e era louca demais. Quando mais normal podia ser...
Tudo é questão de opinião, eu acho.
Era de opinião forte, irritantemente não mudava. Se falasse que azul é verde, assim ficaria, e ia confundindo todas as outras pessoas com seus achismo, porque se assim ela achava, assim era.
Seu mundo, não era dela, não fora criado, inventado, perdido.. era achado.
E eu acho, que ela achava demais, e era louca demais. Quando mais normal podia ser...
Tudo é questão de opinião, eu acho.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
O tempo passa.
O tempo passa, e eu ja não vejo graça em apagar as velhinhas, cantar com quem será (que nunca será e nunca foi), e fazer aqueles pedidos ridiculos e sonhadores. Me torno forte, a cada ano.
Hoje, mais um ano de vida, e só. Não gosto da data, simplismente. E acho que nunca me conforme com as responsabilidades que passarei a ter, porque afinal, eu sempre vou ser uma criança, imatura, com certa inocencia, maldade e a sinceridade que so crianças, só certas crianças possuem. Mais um ano de vida. Só isso.
O tempo passa, e as velas aumentam, e se eu nunca achei graça, agora então, nem de piadas.
18 anos, que legal en? Parabéns, eu só peço saúde, benção na vida das pessoas que eu amo, proteção aos meus amores, amigos, família e inimigos, e paz de espírito. Que eu possa viver, mais alguns anos, porque embora eu odeie aniversariar, eu amo viver.
Hoje, mais um ano de vida, e só. Não gosto da data, simplismente. E acho que nunca me conforme com as responsabilidades que passarei a ter, porque afinal, eu sempre vou ser uma criança, imatura, com certa inocencia, maldade e a sinceridade que so crianças, só certas crianças possuem. Mais um ano de vida. Só isso.
O tempo passa, e as velas aumentam, e se eu nunca achei graça, agora então, nem de piadas.
18 anos, que legal en? Parabéns, eu só peço saúde, benção na vida das pessoas que eu amo, proteção aos meus amores, amigos, família e inimigos, e paz de espírito. Que eu possa viver, mais alguns anos, porque embora eu odeie aniversariar, eu amo viver.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
(...)
As diferenças gritantas e os erros, sim, relevantes. As mudanças de comportamentos, temperamento, atitude e pensamento, e todo esforço em vão. Odeio que admitir, eu tento, eu falho. Fracasso. E você finge que não percebe, que nem minhas falhas, nem minhas tentativas frustadas de ser melhor.
Você me tira do sério, adianta minhas horas, me distrai... E eu passo a ser suas poucas horas, sabe se lá, em que sentido e o que te proporciono. A gente não concorda, não abre mão, não abre espaço pra nada.. e de certa forma, nos esquecemos, e não deixamos que nos faça mal. Só quero cuidado. Proteger o que é nosso, o que somos nós.
Sei lá, só não queria nos ferir, não ferir você, com pedidos de desculpas. Não há como redimir de palavras que foram ditas... Nem de espaços que foram abertos no coração... Me desculpe, mas eu tento ser o melhor pra você. (outra vez).
reticencias.
"Somos a discórdia e o perdão..."
Você me tira do sério, adianta minhas horas, me distrai... E eu passo a ser suas poucas horas, sabe se lá, em que sentido e o que te proporciono. A gente não concorda, não abre mão, não abre espaço pra nada.. e de certa forma, nos esquecemos, e não deixamos que nos faça mal. Só quero cuidado. Proteger o que é nosso, o que somos nós.
Sei lá, só não queria nos ferir, não ferir você, com pedidos de desculpas. Não há como redimir de palavras que foram ditas... Nem de espaços que foram abertos no coração... Me desculpe, mas eu tento ser o melhor pra você. (outra vez).
reticencias.
"Somos a discórdia e o perdão..."
ESTÚPIDA.
"QUEM COM FERRO FERE, COM FERRO SERÁ FERIDO."
TOMA GIOVANNA. TOMA!
TOMA TEU TENTO, E APRENDE.
VOCÊ NÃO APRENDE, ESTÚPIDA.
NUNCA APRENDE.
TEUS DEFEITOS JOGADOS A TI, COMO OFENÇA.
SIM, VOCÊ É ERRANTE, ERRADA, POR INTEIRO.
E SABE!
SEUS DEFEITOS, SEUS ERROS SOBRE VOCÊ MESMA.
DÓI, NÃO DÓI? DÓI! MUITO, MAS VOCE SUPORTA, COM SUA PROPRIA GROSSERIA E ESSE MURO DE CONCRETO QUE CONSTRUIU EM TORNO DE SI MESMA PARA QUE NÃO FERISSEM VOCÊ.
MAS VOCÊ É DURA, FERE OS OUTROS, E FERE A SI MESMA E SUPORTA.
APRENDE E MUDA!
AINDA DÁ TEMPO E É PRECISO.
ESTÚPIDA. NINGUEM TE SUPORTA.
TOMA GIOVANNA. TOMA!
TOMA TEU TENTO, E APRENDE.
VOCÊ NÃO APRENDE, ESTÚPIDA.
NUNCA APRENDE.
TEUS DEFEITOS JOGADOS A TI, COMO OFENÇA.
SIM, VOCÊ É ERRANTE, ERRADA, POR INTEIRO.
E SABE!
SEUS DEFEITOS, SEUS ERROS SOBRE VOCÊ MESMA.
DÓI, NÃO DÓI? DÓI! MUITO, MAS VOCE SUPORTA, COM SUA PROPRIA GROSSERIA E ESSE MURO DE CONCRETO QUE CONSTRUIU EM TORNO DE SI MESMA PARA QUE NÃO FERISSEM VOCÊ.
MAS VOCÊ É DURA, FERE OS OUTROS, E FERE A SI MESMA E SUPORTA.
APRENDE E MUDA!
AINDA DÁ TEMPO E É PRECISO.
ESTÚPIDA. NINGUEM TE SUPORTA.
Bom pra nós.
Você acha que te amaria se não fosse bom pra mim?
Se isso não fosse bom? Se você não fosse bom?
Bom. Essa é a palavra.
Bom. Bem... há outras definições.
Mas bom, se encaixa muito bem pra nós.
E que bom.
Bom pra mim.
Bom pra você.
Se isso não fosse bom? Se você não fosse bom?
Bom. Essa é a palavra.
Bom. Bem... há outras definições.
Mas bom, se encaixa muito bem pra nós.
E que bom.
Bom pra mim.
Bom pra você.
A Borboleta.
Uma borboleta pousou em meus ombros. Eu sou tão estúpida. Me sacudi toda, me batendo, e rebatendo, para que aquela doçura, aquela coisa tão delicada, saísse de mim. Tenho pavor que relem em mim, mesmo que seja com encanto e amor. A borboleta saiu de mim, com a delicadeza que só borboletas tem, principalmente as amarelas, saiu de mim, como se fosse com o vento, um chamado de longe, lenta.. calma. Delicada. Não fora meu ataque, do qual nem nome eu seria capaz de dar, a minha brutalidade horrenda, não foi por isso que saiu de mim, porque até uma borboleta delicada, é capaz de suportar o que lhe detesta, mas eu não a detestava, não naquele momento, minto, eu nunca detestara uma borboleta, quem seria capaz? E ela se foi, porque quis...
Talvez eu seja uma borboleta, que pouso onde bem entender, e saio, e suporto as brutalidades de quem me detesta, mas não sou delicada, sou grotesta, e não sou quieta, nem calma, nem tenho essa magia, sou grotesta, ja disse? E em mim também falta a inteligência, coisa que atá certas borboletas são capaz de carregar nas suas asas. Imagina, quem me dera ser uma borboleta.
Sou inseto. Sou reptíl. Não procuro flores para pousar, lugares para encantar, cheiros para sentir. Procuro quem ferir, não quem amar ou encantar, me firo ás vezes, também. Pois estou sujeita a toda doença, sujeita a dor, e meus perigos diários em tentação a enfrentar a coisas maiores que meu mesma, sou pequena. Acho, que sou rato. Minha vida toda tentei assustar as pessoas com o que eu sou, exercendo o meu papel de ser, rato. Minha vida toda fiz coisas das quais não posso me orgulho, procurei presas fáceis, errei, roí e destruí até o que podia haver de bom em mim, seja lá o que for, e se poderia. Mas não sou rato, sou peçonhenta. Venenosa, perigosa e traiçoeira, e não me ofendo, não me ofende seu nojo, seu medo, e nem meu próprio veneno. E a borboleta voa. pousa. Encontra cores, flores, perfumes. Delicada. Borboletas, e as amarelas, carregam com elas toda beleza, magia, mistério, longe de tudo o que é feio. Mas a borboleta pousou em mim...
Entenderam? Não sou poçonhenta. Me admira a borboleta saber o que é.
E pousa em mim, me trazendo encanto, espanto e o pronto por não ser ela, e ser assim...
Borbeleta me trouxe contradição, me trouxe todas as dúvidas, e meu ponto de interrogação. Borboleta, que não sou. Vou voar por onde for, me encontrar, pra saber quem eu sou. Se posso ser borboleta, ou se posso ser eu mesma. Sou flor que sacode com vento, e que voa se o vento sopra, sou flor que cai as pétalas, sou flor nem bonita nem feia, mas que a borboleta pousou. Mas tem coisas que só as borbeletas tem, só as borboletas fazem... Não só as amarelas, mas só elas, as borboletas.
ps: e olhe como é engraçada a palavra borboletas. Eu acho.
Ela, pois...
Sem amor, sem pudor. Exercendo o papel que me fora entregue. Com ódio, sem-vergonha, sem vingança, sem rabo nem trança, penteado, maquiagem, extravagancia. Triunfara. Triunfafa sendo o que não era, e não se sabe dizer o que era ou o que não era, era por obrigação, por amor, ou por cumprir o que lhe fora mandado, sofrer o que a vida tinha-lhe entregue. Não era protagonista, ou era, era o que sua vida disupunha, que fosse. Era. Era preciso ser forte, forte para ser, sem entender, só ser. Toda fé que se ia, se abria para um nova dor. Se perdia em seus roteiros.
Precisou ser mãr, ser pai, ser homem. Precisou ser trabalhador, índio, baiano. Precisou, encarar o que lhe vinha a frente, de mil maneiras diferentes. Sem nostalgia, sem teogonia, sem palavras. Teatro mudo. Não aprendera se quer uma palavra. Seu modo, era pelo olhar, pelas costas finas e braços fraquejados, pelas manchas no rosto pela exposição ao sol. Seu modo, era intrigante e imperceptível.
Essa, pois, a esperança. QUe ninguém dava, ninguém tirava. Essa, esperança, que ela esperava que ainda viria, Haverá mais dias nublados, chuvosos, dias de tempestades... Irá doer. Há de cair o mundo, enquanto espera o sol, e promete a si mesma, que irá ser melhor. Há de sangrar, ainda, as feridas mal cicatrizadas pelas suas cenas de terror, de ação, em que sangrará de verdade. E cutucava, o que estava formando casca... Não se pode cutucar o que ainda possui efeitos e drogas para que não doa. O efeito passa a dor vem, e fica. Os efeitos, não existiam, tudo era real, e doia. Não era nada ensaiado, era espontânea dor, espontânea febre e exitação. Não tinha tesão, nem homem, nem sexo. Não tinha nome, identidade, pai ou mãe. Não fora criada, nem como personagem. Nasceu de sí própria, e exercia o papel, que lhe cabia, que não se bem, quem lhe entregará, mas exercia, e era o unico modo de viver, ainda.
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
Liberdade.
Ninguém se atreveria a explicar, mas todos muito bem entenderam, o porque ela foi embora, sem nada dizer, sem nada deixar. Se sem razão, se sem porque, se por amor, se por dor, se por terror ou por prazer...
Vontade de voar, de viver, de se libertar... amar, amar, amar.
Você em mim... e eu em você.
Que se perca inteiramente em mim, ao me encontrar.
Que se jogue, se debruce, se esforce pra não me magoar.
Que não diga nada, ou o necessário.
Que não diga nada, ou o necessário.
Que não abuse, não use, não seja outro alguém.
Que se cubra e me cubra de amor, carinhos e beijos.
Que seja outra parte do quebra-cabeça,
que não tenha limite, fim e fronteira.
Que seja o amor, que seja amado.
Que me ame, e que eu o ame também.
Que se encaixe em mim, que me complete.
Que não seja nada do que eu espero,
que me surpreenda, me roube, o que eu quero.
Que não seja, afinal, quem eu quero,
que seja quem me ame, quem me ganhe.
Que seja, de qualquer forma, meu amado.
Ou seja, te amarei, como for.
Me aceite como eu sou.
Minhas manias e defeitos que você ja perdoou.
Não me peça pra mudar, pra entender, pra encarar a dor.
Não me faça perguntas, não traga flores...
Não queira me mudar, não me queira pra você...
Mas me aceite, me prove, me sinta... me explique, mas eu não quero entender...
"Faça durar, que eu, vou estar lá por você..."
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Proteger quem precisa,
Cuidar daquilo que a gente ama,
Amar o que nos faz bem.
Fazer o bem sem olhar a quem.,
Preservar o que nos importa.
Nos importar com aquilo que a gente gosta.
Defender aquilo que a gente acredita..
Sonhar com aquilo que ainda não é real,
Ir atrás dos nossos sonhos.
Correr todos os riscos e perigos...
Ser fiel a nós, a Deus, a vida!
Cuidar daquilo que a gente ama,
Amar o que nos faz bem.
Fazer o bem sem olhar a quem.,
Preservar o que nos importa.
Nos importar com aquilo que a gente gosta.
Defender aquilo que a gente acredita..
Sonhar com aquilo que ainda não é real,
Ir atrás dos nossos sonhos.
Correr todos os riscos e perigos...
Ser fiel a nós, a Deus, a vida!
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Eu gosto, assumo, confesso.
E não quero que você desconfie, de como e o quanto eu gosto de você.
EU GOSTO DE VOCÊ.

O meu modo de gostar não é diferente de ninguém, talvez mais sincero, demoro a gostar, aceitar e demonstrar, custo a acreditar e a exercer o papel de estar com alguém. Não sei o que somos, além de amigos, mas o que quer que seja, eu quero que acredite que eu gosto de você, com tudo que eu posso, e minhas dificuldades em ser e ter o papel feminino de demonstrar isso... Eu não sei explicar, mas eu gosto de você, não tem como não gostar, você me faz bem, um bem enorme. "Nós" nos gostamos, acredite, porque eu acredito nisso, e sou feliz por isso.
Eu queria poder transparecer, por um olhar, um gesto, nos beijos, sorrisos, que só dou pra você. Queria estampar num outdoor, na testa, na mão, o que esta escrito no coração. E todas as palavras doces, que eu quero te falar...
Seguir em frente.
E não acho meios mais de continuar vivendo. Não sei se com meios, quero dizer motivos. Mas além de viver, sobrevivo a todo mal. Além de viver, estou viva e cheia de vida, e de alegria, e dor. E não importa como, sobrevivo a todo mal, todas as maldades e injustiças, não comigo, com o mundo. A gente sobrevive, até ao ponto que achamos que vale a pena. Pra mim, viver vale a pena. Só quem pode tirar isso de mim, sou eu, ou o que chamamos de Deus, ou nosso próprio corpo, não sei explicar cientificamente. Cientificamente, ora lá. Como se encaixa os sentimentos, 'cientificamente'? Acho
bobagem "doutô"! Eu não procuro mais explicações, não. Quero só viver, continuar vivendo, e sobreviver. Aos ratos, as dores, as compulsões, aos amores, ao ódio, a inveja. É preciso seguir, e ser forte, achar maneiras de se fazer isso. A gente não quer motivos, nem explicações, mas queremos maneiras de seguir em frente, ser forte e passar por tudo. A gente, na verdade, passa por tudo despercebidamente, ninguém nunca percebe nada. Eu percebo. Enxergo além dos meus olhos, vejo alma e coração. E ninguém nunca percebe se o outro esta ferido, se precisa de ajuda. É preciso seguir em frente, sem se importar com os outros... não. 'A cabeça, foi feita em cima do coração, para que a razão venha em frente da emoção', tudo bem, até entendo sua explicação. Fiquei sem palavras, mas não concordo, vou dizer apenas que discordo, e não tentar achar explicações, o porque me importo tanto com as pessoas, como elas seguem em frente, se elas precisam de alguém, e o porque a vida vale a pena.
bobagem "doutô"! Eu não procuro mais explicações, não. Quero só viver, continuar vivendo, e sobreviver. Aos ratos, as dores, as compulsões, aos amores, ao ódio, a inveja. É preciso seguir, e ser forte, achar maneiras de se fazer isso. A gente não quer motivos, nem explicações, mas queremos maneiras de seguir em frente, ser forte e passar por tudo. A gente, na verdade, passa por tudo despercebidamente, ninguém nunca percebe nada. Eu percebo. Enxergo além dos meus olhos, vejo alma e coração. E ninguém nunca percebe se o outro esta ferido, se precisa de ajuda. É preciso seguir em frente, sem se importar com os outros... não. 'A cabeça, foi feita em cima do coração, para que a razão venha em frente da emoção', tudo bem, até entendo sua explicação. Fiquei sem palavras, mas não concordo, vou dizer apenas que discordo, e não tentar achar explicações, o porque me importo tanto com as pessoas, como elas seguem em frente, se elas precisam de alguém, e o porque a vida vale a pena.Velha amiga.
Tão cheia de falhas, erros e defeitos, seguira adiante para se alimentar de sua própria culpa. Sim, sentia culpa por ser tão desintegrada. Era incompleta, vazia e amava-se, tinha que amar-se, se não, quem a amaria? Era preciso ser forte para ama-la, pois só sabia errar, com certa modéstia, não fazia nada do que seu dever, mas era um fracasso, diriamos: uma coitada. Era difícil amar a sí própria, e nem se quer era bonita. E quando fora amada, não entendeu, foi embora, não aceitara que merecia ser amada. E era o maior amor do mundo, o que talvez ninguém nunca mais vai conhecer... Todo mundo merece amor! Talvez ela não mereça, mesmo. Muita maldade dentro de um ser pequeno, que se contenta apenas em ferir ao outro, não há razão, não há verdade. Seu olhar é negro, não brilha,
não tem verdade. Ela que aceitara que engordaria um pouco mais todos os anos, e que seria sempre um pouco mais feia, não escolhera, mas estava sendo assim, ela fora bonita um dia, e um dia, talvez tivesse amado. Me recuso a dizer, embora tive que aceitar, mas não confesso sob nenhuma hipótese, que fui apunhalada pelas costas, sim, você jogou sujo. Não te reconheci, não te reconheço, não, você não é a mesma pessoa com quem dividi minha vida e meus dias, todos meus sonhos e meus planos. Você é irreconhecível, se tornou um borrão na minha memória tão nítida, se tornou um buraco no meu coração, não porque é insubstituível, mas pela traição. Traição, não. Custo apagar da memória o que você me fez, mas ainda, custo a esquecer as coisas boas que vivemos, e que você ja esqueceu. No fim, eu sempre acabo amando mais. Sei que você jamais vai pedir perdão, e nem sei se sou digna de dizer que você precisa-o fazer, mas eu perdoaria. Me dói, me dói ás vezes não te ter, me dói não te reconhecer, não saber quem você é, se eramos uma só. Não choro mais, você não tem mais esse poder sobre mim, você não tem poder algum, fraca, egoísta, ridicula. Hoje, todos os sentimentos dentro de um liquidificador - eu achei que a conhecesse tão bem - amor, saudade, mágoa, raiva, dó, apego, carinho... Não sei o que sobra, nem que nome dar, não sei o que lhe falta, mas não sou eu. Você pode contar comigo, mais do que qualquer outra pessoa, eu vivia pelo seu sorriso, sua amizade, por 'nós', tudo bem, é exagero, mas... eu sempre tive boas intenções com você, sempre fui ou tentei ser bom com e para você. E agora? Nem nossas mãos, nem nossos corações, nem nossas palavras, nem nossas vidas se encontraram mais. Eu quero distancia de gente ruim. To vacinada. Seu veneno não me afeta.
Você destruiu o que de mais valioso e bonito a amizade, e o amor completo e repleto. Não sou tua inimiga, mas não quero ser mais nada sua, mas te guardo, como quem guarda uma arma, como quem esconde uma dor.
Meu coração em brasas, em chama, não te chama mais.
Sei lá, é que eu acho que vou te amar, ainda.
não tem verdade. Ela que aceitara que engordaria um pouco mais todos os anos, e que seria sempre um pouco mais feia, não escolhera, mas estava sendo assim, ela fora bonita um dia, e um dia, talvez tivesse amado. Me recuso a dizer, embora tive que aceitar, mas não confesso sob nenhuma hipótese, que fui apunhalada pelas costas, sim, você jogou sujo. Não te reconheci, não te reconheço, não, você não é a mesma pessoa com quem dividi minha vida e meus dias, todos meus sonhos e meus planos. Você é irreconhecível, se tornou um borrão na minha memória tão nítida, se tornou um buraco no meu coração, não porque é insubstituível, mas pela traição. Traição, não. Custo apagar da memória o que você me fez, mas ainda, custo a esquecer as coisas boas que vivemos, e que você ja esqueceu. No fim, eu sempre acabo amando mais. Sei que você jamais vai pedir perdão, e nem sei se sou digna de dizer que você precisa-o fazer, mas eu perdoaria. Me dói, me dói ás vezes não te ter, me dói não te reconhecer, não saber quem você é, se eramos uma só. Não choro mais, você não tem mais esse poder sobre mim, você não tem poder algum, fraca, egoísta, ridicula. Hoje, todos os sentimentos dentro de um liquidificador - eu achei que a conhecesse tão bem - amor, saudade, mágoa, raiva, dó, apego, carinho... Não sei o que sobra, nem que nome dar, não sei o que lhe falta, mas não sou eu. Você pode contar comigo, mais do que qualquer outra pessoa, eu vivia pelo seu sorriso, sua amizade, por 'nós', tudo bem, é exagero, mas... eu sempre tive boas intenções com você, sempre fui ou tentei ser bom com e para você. E agora? Nem nossas mãos, nem nossos corações, nem nossas palavras, nem nossas vidas se encontraram mais. Eu quero distancia de gente ruim. To vacinada. Seu veneno não me afeta.Você destruiu o que de mais valioso e bonito a amizade, e o amor completo e repleto. Não sou tua inimiga, mas não quero ser mais nada sua, mas te guardo, como quem guarda uma arma, como quem esconde uma dor.
Meu coração em brasas, em chama, não te chama mais.
Sei lá, é que eu acho que vou te amar, ainda.
Você pra mim.
E quanto a mim, te quero sim. E se quer saber a verdade,
com toda sinceridade,
te quero sim e só pra mim!
Quero seus carinhos, seus mimos,
seu abraço, seu beijo, sua proteção.
Quero seu sorriso, seu olhar, sua mão.
Seu calor, sua dor, seu amor.
"Eu te quero só pra mim,
você mora em meu coração...
Mimar você, nas quatro estações,
Relembrar... o tempo que passamos juntos..."
Desde muito antes, desde muito cedo. Desde quando, te conheci. Desde agora e para sempre, não importa como.
Tradução do amor.
Como é dar amor pra quem não tem amor, se alguém não tem amor será que é apenas dor. Se deve dar amor a quem não tem. Se amor é dado a quem não merece. Se amor é recebido por quem não ama. Se amor é entregue por quem não conhece. Se amor é sempre amor, é sempre igual. Amor de fato, pouco falado, é sentido, despercebido, sem causar estragos. O amor, não sei como me encaixo.
O amor não é objeto, e se é, não sei como é usado. Enfeite, se tem utilidade. O amor, o que é?
amor (ô)(latim amor, -oris)
s. m.
1. Sentimento que induz a obter ou a conservar a pessoa ou a coisa pela qual se sente afeição ou atracção! atração.
2. Paixão atractiva! atrativa entre duas pessoas.
3. Afeição forte por outra pessoa.
4. O próprio ser que se ama. (Usado também no plural)
5. Acto! Ato sexual.
6. Brandura, suavidade.
7. Paixão ou grande entusiasmo por algo.
Bom, conjuguem o verbo amar. Usem não a palavra, mas o sentimento, sempre que necessário, sempre que puder, como puder, o amor é lindo, de todos os angulos, por todas as razões, seja como for, o amor é sempre amor.
O amor não é objeto, e se é, não sei como é usado. Enfeite, se tem utilidade. O amor, o que é?
amor (ô)(latim amor, -oris)

s. m.
1. Sentimento que induz a obter ou a conservar a pessoa ou a coisa pela qual se sente afeição ou atracção! atração.
2. Paixão atractiva! atrativa entre duas pessoas.
3. Afeição forte por outra pessoa.
4. O próprio ser que se ama. (Usado também no plural)
5. Acto! Ato sexual.
6. Brandura, suavidade.
7. Paixão ou grande entusiasmo por algo.
Bom, conjuguem o verbo amar. Usem não a palavra, mas o sentimento, sempre que necessário, sempre que puder, como puder, o amor é lindo, de todos os angulos, por todas as razões, seja como for, o amor é sempre amor.
"Ainda se eu falasse a lingua dos homens, e falasse a lingua dos anjos, sem o amor, eu nada seria... É só amor, é só o amor que conhece o que é verdade, o amor é bom..."
A felicidade.

E quanto a mim, não se preocupem, e sei que não se preocupam. Mas eu hei de ser feliz e sem más intenções. Eu hei de sorrir, eu hei, eu sou.
Achar graça nas pequenas coisas, ficar feliz com pequenos acontecimentos, ser tão pequena, e enorme em coração. A felicidade, não é merecimento, não é uma conquista. A felicidade é uma escolha.
Eu escolho o que serei, todos os meus dias, e como levarei meu dia que se segue adiante, com todos acontecimentos, eu posso escolher o que serei hoje e pela vida inteira, minha primeira escolha, foi: ser feliz!
Espera do amor.

Ela não quisera, e nem pedira nada mais do que sua vida dispunha. Nada mais do que a realização daquelas tentativas de que sua vida e outras vidas em conjunto com a dela se remetiam. Não tinha carta na manga, nem era inteligente o bastante pra mexer o tabuleiro e mudar o jogo, afinal, era uma garota, maioria das garotas não são inteligentes, tem sutilmente uma delicadeza, e uma camada áspera de esperteza e maldade entre os olhares aos outros e para si mesmas. Ela então pedira amor. Não que fosse mal amada, pelo contrário, menina de família de um amor fraternal indescritivel. Mas pedira o amor que ainda não conhecera, que não acreditava existir. O amor ao outro. Ela não amava, simples. E pediu então que pudesse amar, porque é preciso amar. Mas o amor que queria era indisponível, "amar mais do que o amor é capaz", queria começar com o grande 'buum', e ate chegar a esse 'buum', é preciso permitir uma série de acontecimentos aleatórios, é preciso permitir que entrem outros fragmentos em sua vida, e ela não abrira espaço para ninguém entrar. Queria ser tocada, pela mão de Deus, dos deuses, destino ou sorte, seja lá quem ou o que entrega o amor ao coração de uma pessoa. Mais do que amor, ela queria ter alguém, pra quem dar, o amor que ela não conhecia.
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Controvérsias

Eu não quero estar enganado. Não quero fazer nada errado.
Com esse nó na cabeça, não quero ferir você.
Somos muito diferentes... e por mais que a gente tente...
Eu te amo, não quero te machucar.
Não fala nada, vai ficar tudo bem... Eu to tentando ser forte, e fazer o que é certo.
É melhor a gente se afastar...
- O melhor pra mim é você!
- "Alô!"
Se é você que responde do outro lado da linha, sempre vai estar tudo bem.
Enquanto eu puder ouvir sua voz, enquanto eu puder sentir nem que for, um pedacinho seu.
Cada palavra, sorriso, é uma alegria que habita em mim.
Se quando eu ligar, você me atender, se quando eu falar, você me ouvir...
Você é, sim, alegria incondicional e imensurável.
Eu não sei o que farei, quando você não responder mais, do outro lado da linha, que seja.
É confuso, tudo, mas eu não confundo sua voz, nem seu jeito...
Muito mais que amigos... A conversa mínima no telefone, mas que seja, só mais um motivo, mais um jeito de estar um pouco mais perto de você, saber de você, me alegrar...
- "Só liguei pra saber se esta tudo bem."
Enquanto eu puder ouvir sua voz, enquanto eu puder sentir nem que for, um pedacinho seu.
Cada palavra, sorriso, é uma alegria que habita em mim.

Se quando eu ligar, você me atender, se quando eu falar, você me ouvir...
Você é, sim, alegria incondicional e imensurável.
Eu não sei o que farei, quando você não responder mais, do outro lado da linha, que seja.
É confuso, tudo, mas eu não confundo sua voz, nem seu jeito...
Muito mais que amigos... A conversa mínima no telefone, mas que seja, só mais um motivo, mais um jeito de estar um pouco mais perto de você, saber de você, me alegrar...
- "Só liguei pra saber se esta tudo bem."
terça-feira, 24 de novembro de 2009
biografia incompleta
Acho que sou exigente demais comigo mesma. Preciso me aceitar mais. Aprender a conviver comigo, eu vs eu mesma. Ás vezes, nem eu me aguento. Não sei como seria, se eu não fosse eu, e tivesse que conviver comigo mesma. Eu sei que ninguém é obrigado, eu sou. E é por isso, que tento, e embora me canse, não há outro modo, de me suportar. Sou dura, não com os outros, mas comigo mesma. Sou ruim. Não abro mais das coisas, nem quando isso pode me fazer melhor, quando arrisco, me sujeito aos riscos, eu não quero voltar, gosto de estar aonde eu possa cair, me ferir, me machucar, a segurança de sentimentos, de vida, não me agrada. Não me agrada, saber o que vai acontecer. Gosto do improvável, do improvisado, do inédito, gosto de mudanças... Às vezes não me acompanho, abandono meu corpo, e minha alma não repousa, vaga, viva e rápida.
Não firo ninguém, pelo menos meu esforço e em função disso, para que eu não cause nenhum estrago a ninguém, me abro para que me firam, pois me recomponho de maneira rápida, saudável, não sofro lentamente, sou intensa. Só eu posso me ferir, e me firo. As vezes peco em pensamento, mas sou fiel a mim. Sempre fiel a mim, não que eu traia aos outros, mas tenho meus valores e principios, e entre eles esta lealdade para com os outros, ver as pessoas de maneira mais vasta, ampla e mais bonita...
Mas ultimamente, tenho deixado a desejar, não tenho composto minhas trilhas sonoras, nem escrevendo minha biografia de modo desejável, o que me resta é ler meu antigo diário, escrito em letra de forma, redonda e pequena, e sorrir...
Não firo ninguém, pelo menos meu esforço e em função disso, para que eu não cause nenhum estrago a ninguém, me abro para que me firam, pois me recomponho de maneira rápida, saudável, não sofro lentamente, sou intensa. Só eu posso me ferir, e me firo. As vezes peco em pensamento, mas sou fiel a mim. Sempre fiel a mim, não que eu traia aos outros, mas tenho meus valores e principios, e entre eles esta lealdade para com os outros, ver as pessoas de maneira mais vasta, ampla e mais bonita...
Mas ultimamente, tenho deixado a desejar, não tenho composto minhas trilhas sonoras, nem escrevendo minha biografia de modo desejável, o que me resta é ler meu antigo diário, escrito em letra de forma, redonda e pequena, e sorrir...
Meu vicío.

Meu primeiro grande amor. Sim, leitura!
Minha fonte de energia, minha inspiração, minha rotina, meu vicio, minha paixão.
Mistura minha criatividade, mistura minha vida com meus sonhos, faz com que eu saia de mim e me torne outro alguém, protagonista de romances, de ficção, de aventuras e casos policiais. Ja desvendei todos os mistérios do mundo, da magia, do amor.
Os livros, são mestres na arte de ensinar. Educa. Hoje, sou muito melhor. Sugo de cada livro, cada autor o que posso, e capto para meu interior todas as coisas boas que posso.
Ler é magico. As letras tem um poder indescritível.
Meu primeiro amor, O Pequeno Principe. Tive depois dele, grandes amores... Ás vezes meu alimento, meu sustentar... Ás vezes minhas noites, longas horas, ás vezes meu desabafo, minha conversa mais sincera, minha vida toda...
Leitura, é o poder menos obvio que a pessoa tem, que exerce em função de um prazer irracional, com palavras capaz de ultrapassar o pensar, e ser o viver, além do sonhar.
Tirem de mim o que for, menos isso. Não tirem essa minha paixão, avassaladora, louca, dramatica por leitura, só me faz bem. O único dos loucos e grandes amores, incapaz de fazer o mal. Ler é magia pura. É coração, alma, corpo, mente... É a junção, de tudo o que sou, e o que me formou. Todo meu poder, embora pouco, é reservado para as horas da minha leitura, em qualquer lugar, não devio a atenção, nem se quer, o olhar...
O vicío que não faz mal, o meu esconderijo, meu refúgio...
Experimente, encante-se por um livro, um autor, um personagem. É uma das coisas mais deliciosas que se tem, é poder ser descrita, poder ser medida, ser encontrada ao se perder em um livro... Como se aquilo fosse seu, e você fosse dele. De todas minhas paixões, amores, encantos; a leitura, não vai passar, habitar sempre em mim, essa loucura, que me envolve, me cativa, me encanta, me abraça...
Você.
Ah, você chegou onde há tempos não chegavam, a ser minha constante e meu encanto permanente. Você, anda se encaixando muito mais do que aos meus dias, se encaixou como uma peça, em mim... Diria, romanticamente, ao meu coração, mas isso não combina comigo. Você não combina comigo, e ainda sim, é como se nos conhecessemos a vida inteira, e partissemos agora, de uma estaca zero, pra começar uma outra história. Eu não quero outra, além dessa. Hoje, eu não quero ninguém, além de você. Você me faz muito bem, e não é um bem passageiro, é um bem enorme, que fica, que toma conta de mim e faz com que eu siga em frente, feliz, todos os dias. Quando vou dormir, ou logo quando acordo, penso como você esta, onde você está...
Você é um quebra-cabeça, ou um baralho, e eu embaralho você, e nunca descarto nenhuma carta. Um quebra cabeça que eu posso montar em segundos, e um baralho que todas as vezes eu vou ter o coringa na mão.
Eu ja parei de tentar descrever, e ando me permitindo viver. Prova disso? Ah, a gente sabe. "Prove, sinta, viva", e com você eu não tenho medo, vergonha, receio... E com você eu sou quem eu posso ser, como posso ser. Nunca
duvidei de tudo que você pudesse causar a mim, tinha e ainda tenho dúvidas, do que possa ser o "nós", mas eu jamais vou permitir que esse "nós" vire nada, vire pó. Você é muito pra morrer dentro de mim, você é quase tudo, que me faz feliz, que me faz sorrir hoje!
"lembrar você me faz,
pensar besteira,
vida é brisa passageira
não deixa passar
lembra você me faz,
pensar besteira"
Te olho nos olhos para que você entenda meu olhar, ja que minhas palavras custam a sair... Entenda, tem coisas que falam por mim.
Perdi a vergonha de qualquer coisa que eu pudesse sentir, para que você me fizesse feliz, como quer fazer, como tem feito. Perdi a vergonha dos meus sentimentos e permiti que visse, que sentisse, e é bom, enquanto durar, e é o mais verdadeiro que posso te dar, eu sou o extremo de verdadeira com você, em tudo. Você continua sendo minha extensão, minha descoberta, enquanto a gente vai se encaixando e descobrindo o bem máximo que outro ser causa em nossa vida, enquanto a gente vai descobrindo e reconhecendo o indescrítivel e o inédito. É estranho, muito estranho, mas quando eu estou longe e as horas não passam eu penso muito em você, e se perto, não te largo, as horas voam... Você é meu tic tac, você é meu baralho, voce é meu alcool, você é meus sorrisos, minhas mensagens, meu pensamento, meus dias e rotina... Você é tudo aquilo, que hoje eu quero pra mim, para que eu possa ser feliz.
Você é um quebra-cabeça, ou um baralho, e eu embaralho você, e nunca descarto nenhuma carta. Um quebra cabeça que eu posso montar em segundos, e um baralho que todas as vezes eu vou ter o coringa na mão.
Eu ja parei de tentar descrever, e ando me permitindo viver. Prova disso? Ah, a gente sabe. "Prove, sinta, viva", e com você eu não tenho medo, vergonha, receio... E com você eu sou quem eu posso ser, como posso ser. Nunca
duvidei de tudo que você pudesse causar a mim, tinha e ainda tenho dúvidas, do que possa ser o "nós", mas eu jamais vou permitir que esse "nós" vire nada, vire pó. Você é muito pra morrer dentro de mim, você é quase tudo, que me faz feliz, que me faz sorrir hoje!"lembrar você me faz,
pensar besteira,
vida é brisa passageira
não deixa passar
lembra você me faz,
pensar besteira"
Te olho nos olhos para que você entenda meu olhar, ja que minhas palavras custam a sair... Entenda, tem coisas que falam por mim.
Perdi a vergonha de qualquer coisa que eu pudesse sentir, para que você me fizesse feliz, como quer fazer, como tem feito. Perdi a vergonha dos meus sentimentos e permiti que visse, que sentisse, e é bom, enquanto durar, e é o mais verdadeiro que posso te dar, eu sou o extremo de verdadeira com você, em tudo. Você continua sendo minha extensão, minha descoberta, enquanto a gente vai se encaixando e descobrindo o bem máximo que outro ser causa em nossa vida, enquanto a gente vai descobrindo e reconhecendo o indescrítivel e o inédito. É estranho, muito estranho, mas quando eu estou longe e as horas não passam eu penso muito em você, e se perto, não te largo, as horas voam... Você é meu tic tac, você é meu baralho, voce é meu alcool, você é meus sorrisos, minhas mensagens, meu pensamento, meus dias e rotina... Você é tudo aquilo, que hoje eu quero pra mim, para que eu possa ser feliz.
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