segunda-feira, 9 de junho de 2008

Ah, o amor...

E o amor que vem dos outros sempre tem que ser menor do que o que a gente dá. O amor é uma necessidade, que as pessoas tratam como urgência. Mas não há urgência no amor, há urgência em ser amado, e isso é errado! O amor, não pode ser cobrado do outro, mas de nós mesmo, quem somos nós sem o amor? O amor traz alegria, felicidade...
O amor que deixa besta, bobo, não é amor, é paixão! E a paixão passa, o amor não.
O amor, é o sentimento, de afinidade, de confiança, é do amor que vem a saudade, é do amor que vem todos os frutos bons que se colhe durante sua vida.
O amor é o mais fundamental dos sentimentos, o mais necessário.
Só possuindo amor, é que se pode ser feliz. Só amando a vida, as pessoas, as coisas, a Deus, e se doar; porque o amor, vale a pena! O amor tem valor, e nós temos valor diante o amor.
Ele é indispensável, fundamental. É o mais bonito e verdadeiro dos sentimentos!
Tudo tem mais sentindo com o amor, quando se ama as pessoas, ama a vida, ama o que faz, ama tudo a sua volta, a vida fica colorida, se amando, você fica mais bonita!
O amor, não se pode explicar, não dá pra entender, o amor sente, vive, conhece, descobre, aceita. O amor é capaz de transformar, o amor é capaz de mudanças que seriam impossível, o amor, é capaz de tudo. Grandes filósofos, grandes pessoas, grandes mentes, revolucionários, descobridores, inventores... são pessoas apaixonadas, são pessoas que amam imensamente, intensamente!
As pessoas mais brilhantes amam, sem precisar serem amadas. E amar e não ser amado não doí, preenche. Amar e não ser amado não dói, ensina. Amar, é o mais importante dos sentimentos...
E o amor, o que será este mundo, quando acabar o amor? O amor não se acaba jamais.



"E o amor como regra, não como exceção!" - Leve isso com você. O amor, vale a pena! :)

domingo, 1 de junho de 2008

Renata!

Renata não se define, não se explica, as vezes não se entende, as vezes não se aceita, Renata é
diferente. Renata as vezes é alegria, outras não; parece ser todas as fases da vida em uma, parece ter a sabedoria da velhice, a conduta e postura certa na hora certa
como um adulto, possui a razão e a falta de comprometimento da adolescência, e a doçura de uma criança.
Renata não se resume, não se soma, as vezes se dividi. Possui o que chamo de encanto, nem sempre o desencanto, aprende, ensina, fala, conversa, canta e ri. Exagera em seus porquês, em suas teses, exagera em amores, amigas... Tem o poder de encantar, cativar, amar anonimamente. Não é o que chamados de personalidade calma e tranquila, é uma metamorfose, é uma inconstante e quase sempre tem razão (pelo menos é assim que gosta de pensar).
Renata possui um dom, dom da amizade, dom da presença, de confortar, de fazer sorrir, de ajudar. Pode ser daquelas amigas de anos e anos sem uma briga se quer, e também pode ser que seja sua amizade mais tumultuada e ainda sim, a maior delas. Tem a alegria de um pássaro, pa
rece uma borboleta a voar entre campos serenos e verdes. O piscar dos olhos, o sorriso (e que sorriso), a covinha no queixo, e seus movimentos curtos e rápidos, o jeito como mexe no cabelo, querendo desvendar os mistérios do mundo, o modo como coloca os brincos, prova a roupa, e se olha no espelho; sabe que é única, que é linda.
Renata é precipitada, mas sempre sabe a hora de parar, possui uma alto-estima, uma alto-confiança enorme, passa segurança, e sabe de coisas, quem muitos cinquenta anos mais velhos, não sabem. É segura de si, do seu destino, da sua presença. Sabe distinguir amigos, amores, a vida. Sabe dar cor e razão a tudo, sempre encontra uma explicação, nunca tem medo do que pode acontecer; pois sabe: é abençoada! Essa bênção, ninguém tira.
Renata vive em sonhos e pensamentos, e nunca sabe se quer, que dia é hoje, e em
que mês estamos, tendo sempre a noção da hora exata.
Renata faz falta, pois sua companhia é agradável e sua amizade não é uma amizade comum, não se pode comparar, não se pode vender ou comprar; com aquele seu dom de encantar faz muitos amigos, e deixa os velhos com ciúmes, afinal, ninguém quer perder pequena renatinha.
Dá valor a família, a vida, aos amigos, ao Deus; e confia em intensidade diferente em ambos. Mas como eu disse, Renata não se explica... Vive de amor, quem a olha, não consegue decifra-la, mas se quer também consegue achar uma menina qualquer naquele pequeno corpo, e n
aquele olhar coberto de mistério, de verdades ocultas e de nenhum segredo. Contradições.
Nunca perde o bom-senso, mas quase sempre a paciência. Não sabe esperar. Se limita sempre ao acaso, e o baralho que tem na mão sempre há boas cartas. Nunca soube se acredita ou não na sorte, porque pra ela, tanto faz, ter sorte ou não é questão de momento. Não sabe esconder o que sente, quase sempre quando há algo a ser dito, ela diz; e se não diz faz questão de alguma forma, mesmo que a pessoa não saiba, de aquilo não fica só com ela. Nunca vai ser sozinha. Esta sempre rodeada, é querida, é amada. Inteligente, segura, ambiciosa, e aí, se não conseguir o que quer, bate o pé. Sonha altíssimo, mas com os pés no chão, cabeça no lugar, não decepciona e nem deixa a desejar. Brinca, irrita, imita, sorri, faz piadas, canta, joga, grita, dança, saí, se diverte, conhece, briga, chora, abraça, ri, beija... Sabe ser quem é, Renata, não se explica.
Posso ficar horas nessa subjetividade divina, dando-lhe adjetivos infinitos, mas jamais conseguirei lhe explicar: "Quem é Renata?". Renata não se explica, não se define, não se some, as veze
s se dividi.
Multiplica amigos, amores, sorrisos, e divide-os, fica apenas com o que lhe serve como 'bons'. Soma aprendizados, e os dividi para quem quiser. Não possui o que chamamos de egoísmo,
as vezes sim, mas não aquele doentio, é apenas o egoísmo saúdavel, aquele que se dá valor, ao que tem.
Tem qualidades demais, é perfeita demais, amigos demais, bonita demais... e por isso, atraí olhares de inveja, olhares...
Renata nunca se esquece, e delimita a lembrar. Passado pra ela é a ponte de aprendizados e de crescimento, mas não, de nenhuma forma há se quer um jeito, dela viver a sombra dele. Renata inova, muda, anda, desanda, as vezes se perde, mas sabe onde quer chegar.

Sim, definitivamente, não. Contradições. Renata não se pode explicar, o meu fracasso diante isso nada mais é do que a verdade: Renata não se explica. E não há quem pode faze-lo, nem ela mesmo. Sabendo ou não quem é, não se consegue explicar "O que é ser Renata?". Não se pode, não de deve explicar... Possui muitos mistérios, muitos segredos, charme... Todos contados a quem lhe ganhar confiança.
Renata é a definição de 'perfeição', tirando-lhe os defeitos, que ela no entanto, em s
ua maioria os reconhece, mas não aceita. "Ora Renata, para que tanto mistério no ar? Ora Renata, para que se esconder dentro de ti, tu que tão bela és..."
Renata... Renata... Me perco a meio fio tentando decifra-la, olhando em seus olhos,
a gente se sente fisgado, como um peixe qualquer que caiu na isca. Procure jamais olha-la aos olhos, se não quiser ser intrigado por uma vida. Não, eu não consigo entender, mesmo conhecendo cada pinta, cada história, seu perfume, seu numero de roupa, seu tipo de pele e cabelo, seus sonhos, seu passado, seus pontos fracos e fortes... Eu me aceito como o fracasso de não saber quem é Renata... Pronto, jamais saberei quem é Renata... Agora acho que não a conheço, se quer posso defini-la, eu que sempre fui tão boa em dar característica as coisas, e porque não em Renata? Porque Renata não se explica.. não de delimita.


(que vontade enorme agora, de ligar à ela, e pedir-lhe que venha me ver, para que eu possa abraça-la e matar toda saudade, relembra-la e assim quem sabe, decifra-la, explica-la...)

Outra pausa. Mais algumas palavras:
Dou muito valor a essa menina-mulher, que sabe o quer. Dou valor porque sei, que nela só há boas intenções, e um coração que vale por mil, dou valor porque é única e me ensinou muito, dou valor, porque amizade como de Renata não se encontra em qualquer esquina, a qualquer ano... Amizades como a de Renata, só mesmo Deus entregando-a, assim como o fez, e agradeço sempre por isso. Hoje Renata, faz parte das minhas orações, de meu painel de fotos, de minha saudade, dos meus pensamentos, das minhas melhores amigas, de boas risadas e lindas recordações. Que mesmo com o passar do tempo, o contorno de todas lembranças, permanecem vivas dentro de mim. Renata amiga, é de valor incalculável! Merecidamente, sim. Renata em meu blog, fotos, orkut; e na minha vida até quando Deus permitir, e que seja por muito mais tempo. Eu amo você Renata!

Mauro

Márcia varria a casa, distraia a cabeça, as crianças corriam de um lado para o outro sem parar. Mauro pôs-se a chorar, dos meninos era o que mais necessitava de carinho e atenção, sabe-se lá porque, também era o extremamente isolado das outras crianças. Mauro não entendia as brincadeiras, as brigas, os socos, os apelidos; Mauro parecia não pertencer aquela galáxia 'infância', Mauro parecia que ja havia nascido maior do que o normal, e com o passar do tempo se mostrou precoce e diferente.
Mauro, quando o conheci ainda era menino, cresci na sua rua, só o olhando, nada de proximidade, ele era fechado, ele era quieto, reservado. Cresci o observando, e nem sabia que ele fazia o mesmo, Mauro nasceu e cresceu apaixonado. Se sofreu ninguém sabe, ninguém viu. Mauro tinha alguém dentro dele, que não era ele, que não pertencia a ele, e foi assim, toda sua vida, até o ultimo instante. Mauro hoje, é lembrança, é quieto, e continua não pertencendo a essa galáxia! Mauro era apaixonado por sabe-se lá quem, e como; só era apaixonado, e essas paixões não cabe a nós explicar.