Aquelas buxexas rosadas de blush, aquele batom rosa um pouco mais forte, puxado para o vermelho; o seu cabelo grisalho, sempre bem cuidado; suas unhas sempre bem feitas, esmaltadas toda a semana por uma velha conhecida, uma velha amiga.
Seus conjuntos de calça e blusa sempre combinado, e suas bolsas grandes estampadas. Seus sapatinhos sempre confortáveis e nunca de salto alto. Seu estilo elegante e único.
O contorno de minhas lembranças, ainda bem vivas, apesar de algum tempo sem ve-la. Minhas lembranças não deixa vazia todos os detalhes que ficava observando e admirando, e todo o tempo de convivência, me permite a isso, lembrar-me perfeitamente de seus olhos brilhantes.
Tenho um minha memórias os bons momentos, sua calma, sua risada contida, e suas mãos passando em meu cabelo sempre que passava por mim. Sua boa educação. Suas crenças, sua fé, sua carisma.
Nunca vou me esquecer, da Páscoa, do natal, do ano novo, dos aniversários, em que pude compartilhar da sua presença, e se alegrar ao lado, como se fossemos íntimas, como se fosses parentes ou como se nos conhecessemos a anos.
Dona Aparecida, vovó Aparecida... Inesquecível, de uma forma ou outra.
O carinho, a preocupação... A casa, a comida, as festas, os presentes, as conversas, os conselhos, o apoio, a admiração, o respeito, as tardes de segunda, quarta e sexta, e os domingos.
Os passeios, as flores, o cuidado, a proteção, a sabedoria.
Foi inesquecível para mim, assim como creio, que eu também tenha sido para ela.
Conheci, pessoas incriveis, inesquecíveis, um tanto quanto comuns, e para mim se tornaram de presença agradável, única, de uma admiração eterna, por essas pessoas normais, heróicas, guerreiras, sábias, ainda vivas, que pude conhecer, e que cujo, guardo com carinho, merecidamente.
Que Deus continue abençoando-a! E que ela continue forte, viva e feliz por muitos anos ainda. Vida longa, a essa mulher incrível!
sexta-feira, 25 de abril de 2008
sexta-feira, 18 de abril de 2008
Digamos, amigos!
Eu sei seus segredos, sonhos e desejos.
Conheço seus motivos, suas crises, seus aflitos.
Sei de seus anseios, medos e vontades.
Sei o que te machuca e o que te faz feliz, o que te faz mal e o que te faz bem.
Sei o que te conforta e o que te confronta.
Sei das suas manhas, do seu charme, do seu jeito.
Sei de suas frescuras, de suas curas, e do seus amores.
Eu sei suas histórias, sei do seu passado, sei sobre nosso presente.
Eu sei das suas verdades, das suas mentiras, e das coisas nem ditas.
Eu sei da sua vida, suas prefêrencias, seus nojos.
Eu sei do que gosta, o que não gosta e nada mais.
Eu entendo seu olhares, seus sorrisos, seu silêncio.
Eu aceito seus defeitos, seus erros, você.
Conheço seus motivos, suas crises, seus aflitos.
Sei de seus anseios, medos e vontades.
Sei o que te machuca e o que te faz feliz, o que te faz mal e o que te faz bem.
Sei o que te conforta e o que te confronta.
Sei das suas manhas, do seu charme, do seu jeito.
Sei de suas frescuras, de suas curas, e do seus amores.
Eu sei suas histórias, sei do seu passado, sei sobre nosso presente.
Eu sei das suas verdades, das suas mentiras, e das coisas nem ditas.
Eu sei da sua vida, suas prefêrencias, seus nojos.
Eu sei do que gosta, o que não gosta e nada mais.
Eu entendo seu olhares, seus sorrisos, seu silêncio.
Eu aceito seus defeitos, seus erros, você.
A carta!
Te entreguei meu amor, minhas palavras, meu coração!
Te entreguei minhas juras, minha vida, meus sonhos!
Te entreguei meus planos, meus dias, meu retrato!
Te entreguei meu passado, meu presente, e meus sorrisos!
Te entreguei minha vida, te entreguei minha alma, te entreguei meu destino!
Te entreguei minhas juras, minha vida, meus sonhos!
Te entreguei meus planos, meus dias, meu retrato!
Te entreguei meu passado, meu presente, e meus sorrisos!
Te entreguei minha vida, te entreguei minha alma, te entreguei meu destino!
(e tudo que lhe foi entregue não foi merecido.)
quarta-feira, 2 de abril de 2008
...
Hoje é um dia longo e amanha pode não chegar! Viver hoje, sem esperar o que será do amanha!
Pensar no amanha, mesmo que ele seja incerto, pois no futuro... Como vou saber o que será do futuro?
O futuro, ele não existe se não houver amanha!
Nunca saberemos, se haverá o amanha! (eu espero que sim)
Pensar no amanha, mesmo que ele seja incerto, pois no futuro... Como vou saber o que será do futuro?
O futuro, ele não existe se não houver amanha!
Nunca saberemos, se haverá o amanha! (eu espero que sim)
terça-feira, 1 de abril de 2008
1º de Abril: o dia da mentira
Hoje, logo que acordei, como de costume, olhei no calendário pra ver que dia era. Um costume, um vício; acordo, pego o calendário que tem entre as funções do meu celular e olho a data. 1º de Abril, o chamado "Dia da Mentira".
Naquele mesmo instante, me peguei perguntando várias coisas a mim mesma, em silêncio: porque uma coisa tão frívola quanto a mentira tem um dia próprio para ser "comemorada"? Aliás, existe de fato um dia específico para a mentira? Quer dizer, eu não tenho um dia em especial para mentir, ou para omitir algo, não há um dia em especial que mereça uma mentira, e me atrevo dizer que nenhum dia merece uma mentira.
O ser humano é um tanto quanto estranho, no geral. Tomo como exemplo o(s) que criou(criaram) o tal dia da mentira, o ser que resolveu que o dia 1º de abril seria um dia especial da mentira. Não entendo muito bem o objetivo desse dia, pregar peças nos amigos, se divertir vendo a cara da pessoa ao dizer uma mentira a ela... Isso pode ser feito qualquer dia, então por que em abril? Porque no primeiro dia de Abril?
E por que existe um dia da mentira, e nunca se ouviu falar em um dia para a verdade, para o amor, para a esperança? Por que o ser humano se empenha tanto em demarcar datas tão fúteis como essa, e não uma data para serem comemorados aqueles sentimentos bons, que fazem bem, que acrescentam algo à vida de alguém?
Eu já fui vítima de muitas mentiras. Algumas que doeram, algumas que foram ditas apenas para "descontrair o ambiente", algumas que me foram ditas por proteção, pra evitar sofrimento - essas eu diria que preferia que não tivessem sido ditas. E já disse mentiras também... Aliás, quem nunca o fez, que atire a primeira pedra, não é mesmo? Não que de alguma forma eu me alegre pelo fato de já ter mentido, de maneira alguma, tanto que algumas vezes até me arrependi de ter contado alguma mentira. Mas se fosse pra optar entre mentir e dizer a verdade, eu diria que prefiro a verdade, sempre!
E ao mesmo tempo que penso tudo isso, em pessoas que mentem e que dizem a verdade, eu me pego perguntando como uma pessoa é capaz de viver a base de mentiras. Como alguém pode ser quase que movido à mentiras, que dá um passo e logo mente dizendo que não o deu, que a cada dez afirmações, pelo menos cinco são falsas? E aquelas pessoas que VIVEM uma mentira? Estariam elas pensando ser a sua vida uma verdade, quando na verdade é exatamente o contrário?
A única certeza que eu posso ter, que posso dar, é a certeza de que viver uma vida de mentiras não dói, criar um mundo só seu, baseado em coisas que você acredita, ou que lhe sejam ditas, sejam essas verdades ou não, é bom, é cômodo. Acreditar no que quiser acreditar e viver da maneira que quiser viver, viver uma vida falsa, pode ser bom e até mesmo fazer feliz. Mas não é atoa que dizem que "a mentira tem pernas curtas", e essa vida falsa um dia vai se mostrar, de fato, falsa. E aí sim, nesse dia, vai doer. Vai doer porque vai mudar completamente o seu jeito de ser, pensar ou agir. Quando as mentiras forem "descobertas", e as verdades vierem à tona, se perceberá quanto tempo se perdeu vivendo uma mera mentira.
Você decide o que pensar... Você decide se o seu "1º de Abril" vai durar um dia ou uma vida inteira.
"Infantil meu pedido, que me esperassem crescer pra ver tanta mentira. É tudo verdade, a gente não agüenta mais tanta mentira. Quero conversa sincera, olhar bem pra tua cara e até te agradecer por isso. É tudo verdade, a gente não aguenta mais tanta mentira!"
Naquele mesmo instante, me peguei perguntando várias coisas a mim mesma, em silêncio: porque uma coisa tão frívola quanto a mentira tem um dia próprio para ser "comemorada"? Aliás, existe de fato um dia específico para a mentira? Quer dizer, eu não tenho um dia em especial para mentir, ou para omitir algo, não há um dia em especial que mereça uma mentira, e me atrevo dizer que nenhum dia merece uma mentira.
O ser humano é um tanto quanto estranho, no geral. Tomo como exemplo o(s) que criou(criaram) o tal dia da mentira, o ser que resolveu que o dia 1º de abril seria um dia especial da mentira. Não entendo muito bem o objetivo desse dia, pregar peças nos amigos, se divertir vendo a cara da pessoa ao dizer uma mentira a ela... Isso pode ser feito qualquer dia, então por que em abril? Porque no primeiro dia de Abril?
E por que existe um dia da mentira, e nunca se ouviu falar em um dia para a verdade, para o amor, para a esperança? Por que o ser humano se empenha tanto em demarcar datas tão fúteis como essa, e não uma data para serem comemorados aqueles sentimentos bons, que fazem bem, que acrescentam algo à vida de alguém?
Eu já fui vítima de muitas mentiras. Algumas que doeram, algumas que foram ditas apenas para "descontrair o ambiente", algumas que me foram ditas por proteção, pra evitar sofrimento - essas eu diria que preferia que não tivessem sido ditas. E já disse mentiras também... Aliás, quem nunca o fez, que atire a primeira pedra, não é mesmo? Não que de alguma forma eu me alegre pelo fato de já ter mentido, de maneira alguma, tanto que algumas vezes até me arrependi de ter contado alguma mentira. Mas se fosse pra optar entre mentir e dizer a verdade, eu diria que prefiro a verdade, sempre!
E ao mesmo tempo que penso tudo isso, em pessoas que mentem e que dizem a verdade, eu me pego perguntando como uma pessoa é capaz de viver a base de mentiras. Como alguém pode ser quase que movido à mentiras, que dá um passo e logo mente dizendo que não o deu, que a cada dez afirmações, pelo menos cinco são falsas? E aquelas pessoas que VIVEM uma mentira? Estariam elas pensando ser a sua vida uma verdade, quando na verdade é exatamente o contrário?
A única certeza que eu posso ter, que posso dar, é a certeza de que viver uma vida de mentiras não dói, criar um mundo só seu, baseado em coisas que você acredita, ou que lhe sejam ditas, sejam essas verdades ou não, é bom, é cômodo. Acreditar no que quiser acreditar e viver da maneira que quiser viver, viver uma vida falsa, pode ser bom e até mesmo fazer feliz. Mas não é atoa que dizem que "a mentira tem pernas curtas", e essa vida falsa um dia vai se mostrar, de fato, falsa. E aí sim, nesse dia, vai doer. Vai doer porque vai mudar completamente o seu jeito de ser, pensar ou agir. Quando as mentiras forem "descobertas", e as verdades vierem à tona, se perceberá quanto tempo se perdeu vivendo uma mera mentira.
Você decide o que pensar... Você decide se o seu "1º de Abril" vai durar um dia ou uma vida inteira.
"Infantil meu pedido, que me esperassem crescer pra ver tanta mentira. É tudo verdade, a gente não agüenta mais tanta mentira. Quero conversa sincera, olhar bem pra tua cara e até te agradecer por isso. É tudo verdade, a gente não aguenta mais tanta mentira!"
Por DES-CONHECIDA
O feitiço contra o feiticeiro.
Nathalia liga para Juliana!
- Juliana, não acredito que você fez isso, como você pode? Todos esse anos de amizade. Eu te odeio, quero que você morra! Te odeio demais. Nunca mais olha na minha cara. E não dirija uma palavra a mim. Você é ignorante, mal amada. ninguém te ama e nem gosta de você e você quer destruir tudo o que eu tenho? Porque? me fala porque? Eu te odeio tanto, que nem cabe em mim. Não acredito como você pode fazer isso comigo. Justo você! Eu era a única pessoa do mundo que gostava de você, que realmente se importava com você, e você me faz isso? - Falas rápidas, que pareciam ser lidas, mas com um tom de raiva, choro! Um drama sem fim.
- O que eu fiz nat? Eu nunca fiz nada! Não é certo...
- Primeiro de abril amiga, boba! hahahahahaha - Ria, e nem percebeu que do outro lado da linha não havia mais ninguém...
E nunca mais houve ninguém do outro lado da linha.
Pois é. Perdeu uma amiga! A prova de que: brincadeiras tem limite, e que toda brincadeira tem um pouco de verdade, e era exatamente ao contrário!
- Juliana, não acredito que você fez isso, como você pode? Todos esse anos de amizade. Eu te odeio, quero que você morra! Te odeio demais. Nunca mais olha na minha cara. E não dirija uma palavra a mim. Você é ignorante, mal amada. ninguém te ama e nem gosta de você e você quer destruir tudo o que eu tenho? Porque? me fala porque? Eu te odeio tanto, que nem cabe em mim. Não acredito como você pode fazer isso comigo. Justo você! Eu era a única pessoa do mundo que gostava de você, que realmente se importava com você, e você me faz isso? - Falas rápidas, que pareciam ser lidas, mas com um tom de raiva, choro! Um drama sem fim.
- O que eu fiz nat? Eu nunca fiz nada! Não é certo...
- Primeiro de abril amiga, boba! hahahahahaha - Ria, e nem percebeu que do outro lado da linha não havia mais ninguém...
E nunca mais houve ninguém do outro lado da linha.
Pois é. Perdeu uma amiga! A prova de que: brincadeiras tem limite, e que toda brincadeira tem um pouco de verdade, e era exatamente ao contrário!
O dia que mudou a vida!
Acordei e fui lavar meu rosto, como todos os dias. Escovei meus dentes, tomei meu banho, arrumei minha cama, me troque e sai, não pensava em voltar - não queria voltar! Sabia que esse seria um dia, que era melhor não ir pra casa, me lembrar de todas as coisas que eu precisava jogar pra me livrar do passado que me corroía por dentro, era dia de faxina e se não jogasse todas as coisas hoje, sabe Deus quando, jogaria!
Era hora de voltar, arranjava imprevistos - preciso ir ao mercado comprar isso, preciso ir a padaria, a farmácia... na verdade, preciso ir pra casa, mas não quero!
Me sentia exausta, porque passei a tarde inquieta, só pensando na hora que teria de voltar pra casa, como uma criança, no ultimo dia de aula.
Cheguei na portaria, parei pra conversar com o guarda, no elevador conversei com as senhoras, como nunca fiz antes, pois sempre estava com o pensamento de querer estar em casa e descansar no meu canto.
Parei na porta, olhei tudo em volta, do lado da minha porta tinha uma caixa cheia de sacolas plásticas... Como sempre, a faxineira esqueceu de descer com o lixo, nem me importo mais, mais tarde pego Tob pra passear e ja desço com o lixo!
Abri minha bolsa, lentamente, prestando atenção no barulho que fazia o zíper... como é engraçada essas coisas do dia-a-dia que a gente nem presta atenção. Minha bolsa, nossa, tinha de tudo - batom, celular, absorventes, caneta, carteira, papéis, contas, bilhetes, botões, esmalte, algodão... Uma carta!
Fico intacta por algum tempo, depois que acho essa carta, eu sabia exatamente que carta era e parecia ter decorado cada palavra dela, mesmo que fosse extensa. Não sabia o que fazer... Era só uma carta, uma velha carta, e porque tudo isso? Eu poderia pega-la e jogar ali mesmo, poderia guardar e tudo bem, poderia rasga-la com ódio e chorar desesperadamente... Não fiz nada disso! Peguei a carta, sentei-me na escada que tinha no canto do corredor, com a carta na mão, sem abri-la, comecei a viajar nas linhas decoradas, daquela carta perfumada, e daquela letra comprida e levemente inclinada, uma letra fina, apressada. Dou um breve sorriso, de leve (sabe-se lá porque). Olhei pra porta das minhas vizinhas, todas tinham um belo tapete, e uma flor sempre bem viva ao lado das portas... Minhas vizinhas eram bem casadas, bem sucedidas; na verdade acho que o prédio inteiro era assim... Eu sempre fui exceção dali. Mãe solteira, mãe nova, despedida com freqüência, faculdade, e um namorado (na verdade, um ex namorado). Na minha porta havia aquelas plaquinhas ridículas compradas no R$1,99 por R$5,00 escrita: "aqui mora gente feliz!" - O que nunca deixou de ser verdade.
Eu me sempre me considerei feliz, as pessoas também sempre me consideraram feliz, sempre estava alegre, sempre fui otimista; é acho que sempre fui e sempre vou ser feliz!
Levanto-me, abro a porta! A carta? Me esqueci da carta, lembrei de como sou feliz, lembrei de como tenho pessoas maravilhosas ao meu lado! Vou tomar um banho, o telefone toca!
- Alô? - aquela voz aguda e extremamente alegre de rafael!
- Oi amoor, onde você ta? Como você ta?
- Oi mamãe, eu to bem. Olha, eu to no Antônio, a mãe dele perguntou se eu posso dormir aqui hoje, deixa mãe?
- Mas filho, mamãe ta com saudade! Amanha é sexta e você não fica comigo final de semana! E além do mais, amanha tem aula.
- Mamãe, mamãe, deixa. Olha a tia me leva pra escola, e depois da escola eu vou pra casa!
- Antes deixa eu falar com a mãe dele, com ela chama?
- Ta, ta ta. Ela chama Eliana mãe! - uma alegria tremenda, falava vibrando, assim como fazia nos jogos de futebol. Acho que dona Eliana estava ao lado, porque logo pegou o telefone.
- Alô. - Uma voz séria e suave no outro lado.
- Oi, eu sou a mãe do rafael, não tem importância ele dormir aí? - quase gaguejando.
- Não dona Jackeline, não tem não. Pode deixar, ele é um menino de ouro, vai ensinar muito pro meu filho. Pode deixar sim, ele não dá trabalho nenhum, é de uma educação de dar inveja.
- Ah, então ta bom. E muito obrigada viu. Tenha uma boa noite e desculpe qualquer coisa. Posso falar com ele antes de desligar? - Ela passou o telefone pra ele.
- Filho, a mamãe deixou, mas por favor comporte-se. Qualquer coisa liga pra mamãe e ela vai te buscar. Tenha uma boa noite, divirta-se, e fica com Deus, a mamãe ama você!
- Ah pode deixar mamãe, a senhora me educou muito bem. Uma boa noite também, e eu só vou dormir aqui porque eu sei que você não vai estar sozinha, o Tob ta aí com você. Beijo mamãe - e desligou o telefone, feliz!
Fui tomar um banho... nem percebi a hora passar, quando dei-me conta, ja era hora de deitar, rafael não estava em casa, não iria fazer janta, nem comer fora. Bebi um leite e comi algumas torradas... Já tinha passado da hora de passear com Tob já, mas ele estava tão preguiçoso ao meu lado no sofá, que deixei-o pegar no sono, e esperei ele pedir pra ir passear... Quando acordou, ja era muito tarde, mas mesmo assim, devia isso a ele, era dever.
Vesti um agasalho, abri a porta, e vi a caixa de novo... Lembrei-me que tinha de jogar, mas esta hora não vou conseguir separar papéis, de plásticos.. estava com muito sono, preferi deixar pro dia seguinte. Terminei de passear com Tob, voltei pra casa, coloquei a caixa pra dentro, as vizinhas iriam reclamar, como sempre!
Estranho, a caixa estava mais pesada do que o normal... Como nunca tinha feito antes, fui ver o que havia de pesado. Me surpreendi, não era lixo, ou era, pensando pelo meu lado mais humano.
Eu nunca poderia imaginar, nunca! Era um presente, dele! Justo dele. Aquela bendita borboleta de pedra, que eu havia amado na loja - realmente, não poderia ser lixo. E não era, tinha tanto significado quanto aquela carta! As sacolas em cima? Eram outras cartas, outras palavras, outros dias, outros sentimentos. Eram dezenas, umas de desculpas, outras falando do arrependimento, outras da saudade, do amor, de como me achava uma pessoa maravilhosa. Eu não podia acreditar, não podia!
Peguei a borboleta, e coloquei-a em cima da mesa do jantar, onde havíamos comemorado grande parte de nossos dias e conquistas! O ultimo papel que peguei, estava seu numero de telefone, e disse, por favor me ligue, e me convide pra ir até sua casa!
Não, era cedo demais pra voltar atrás, ele poderia desistir, não sei desde quando essa caixa estava ali, eu poderia ligar amanha, hoje eu não posso. Estou exausta, além do mais.. nem sei o que vou fazer quando ve-lo. São tantas as coisas... E se ele viesse passariamos a noite em claro, e amanha cedo eu preciso trabalhar!
Não. Amanha prometo ligar, passo a tarde pensando no que vou dizer, como dizer... hoje, ainda não dá! Quero deitar, descansar minha cabeça, meu corpo, minha alma e meu coração, sinto tudo, muito pesado!
Olho no relógio são 6:00am, as 7:00am eu teria de levantar pra dormir, mas eu se quer dormi, foi uma noite longa e pareceu tão depressa. Passei a noite em claro, do mesmo modo que passaria com ele, mas passei sem ele, mas com tudo renovado. Me sentia segura de tudo que iria dizer, mas esperaria ele ligar, ele sabia o numero do meu celular e do meu telefone.
Abro a porta de casa, ele sentado na escada; fiquei sei reação, olhei pra ele, aquela mesma pessoa que eu me apaixonei a 7 anos atrás, que vivei comigo neste apartamento 6 anos, que me deixou, e que hoje esta com um buquê de rosas brancas e vermelhas, frente a mim... aquele mesmo sorriso de canto e buxexas rosadas, os olhos pretos e os cabelos bagunçados com o vento! Fico intacta esperando a primeira palavra minha vir, não vem!
- Oi. - aquela mesma voz, grossa e calma. E o sorriso, e esse olhar, a sobrancelhao do lado esquerdo mais levantado que o direto.
- Oi. - respondo com firmeza, e com a voz tremida.
Ele me dá o buquê de rosas, e eu não sei o que fazer. Pego-o, cheiro-as, e levo-as para dentro, não o convido para entrar...
- Não quero te atrasar! Mas vim te falar e te pedir uma coisa.
- Luan... - ele me interrompe.
- Jack, eu demorei demais pra vir aqui. Demorei demais pra fazer isso que eu vou fazer hoje. Sei que pode dar tudo errado, como eu há algum tempo atrás fiz dar... Mas agora é diferente, é esse momento que vai decidir tudo e eu preciso fazer isso agora, antes que eu vá embora!
- Embora pra onde? - aumentando o tom de voz, como sempre fazia.
- jack, quer casar comigo? - Seus olhos olhavam fixamente pra mim, esperando uma resposta. Fiquei em silêncio durante uns 5 minutos, e passou tudo na minha cabeça, todos os dias, as viagens, os planos, as brigas, as semelhanças, as diferenças, os aniversários, as comemorações, os presentes, as bobagens... Tudo. Eu sabia que ninguem me faria feliz de novo como ele, e eu sabia que sentia a falta dele, que o amava, e que precisava dele, sabia que não era mentira as cartas, o presente, o pedido...
- Você tem certeza disso? - perguntei, pelo simples fato de não saber falar: 'sim' a uma resposta.
- A mais absoluta certeza. Quero isso mais do que tudo na minha vida. Trago comigo essa certeza, e quero que você acredite. Eu te amo, e quero me casar com você. Você aceita?
- Sim! - Eu consegui falar sim. Esse sim, mudou minha vida, meu rumo, minhas direções e sentidos. Eu o amava muito, só não o amava mais que meu filho. Eu sabia que seria um bom marido como era um bom namorado, porque era amigo, companheiro, e seria um bom pai; porque eram companheiros também, aos domingos iam ao estádio, jogavam futebol e video-game juntos, eram meus meninos!
Eu sabia que valeria a pena, dar essa chance. Sabia que poderia dar uma chance pra mim, e uma chance pra ele. Teríamos tempo pra realizarmos todos aqueles sonhos e planos, e arrumar tudo que havia de errado entre nós...
- Eu te amo e você é a mulher da minha vida! - Me beijava, me abraçava, me erguia, ria. E eu ainda tinha de ir trabalhar, mas não hoje.
Liguei no serviço, e disse que estava com problemas pessoais. E tudo bem, não era o problema, era a solução!
Me sentia realizada e feliz, tudo o que eu sempre quis estava acontecendo. Eu tinha tantos planos e tantas certezas, que não quis fazer mais nada nesse dia, só viver, aquele dia! Rafael chegou na escola, e passou a tarde com a gente! Eu não poderia estar mais feliz... eu não sei, não sei ser mais feliz.
Por isso que eu digo, que realmente, a gente tem que viver um amor de verdade. Encontrar alguém de verdade e acreditar em vocês. Nele, e em você, e depois em vocês juntos. Você deve acreditar que as coisas são verdade, no amor, na fé. Você deve acreditar, que um amor quando é verdadeiro e recíproco, ele não acaba, ele vai, mais volta! Eu acreditava que um momento mudaria minha vida, e mudou, uma palavra, uma escolha, um dia; mudou todos meus dias, e toda minha vida. Eu confiei nele, em meu coração, e hoje sou feliz, graças aos dois.
Eu sabia o que queria, e o que eu queria era ser feliz!
"Uma vez feita a escolha é preciso seguir adiante e confiar no seu próprio coração..."
Era hora de voltar, arranjava imprevistos - preciso ir ao mercado comprar isso, preciso ir a padaria, a farmácia... na verdade, preciso ir pra casa, mas não quero!
Me sentia exausta, porque passei a tarde inquieta, só pensando na hora que teria de voltar pra casa, como uma criança, no ultimo dia de aula.
Cheguei na portaria, parei pra conversar com o guarda, no elevador conversei com as senhoras, como nunca fiz antes, pois sempre estava com o pensamento de querer estar em casa e descansar no meu canto.
Parei na porta, olhei tudo em volta, do lado da minha porta tinha uma caixa cheia de sacolas plásticas... Como sempre, a faxineira esqueceu de descer com o lixo, nem me importo mais, mais tarde pego Tob pra passear e ja desço com o lixo!
Abri minha bolsa, lentamente, prestando atenção no barulho que fazia o zíper... como é engraçada essas coisas do dia-a-dia que a gente nem presta atenção. Minha bolsa, nossa, tinha de tudo - batom, celular, absorventes, caneta, carteira, papéis, contas, bilhetes, botões, esmalte, algodão... Uma carta!
Fico intacta por algum tempo, depois que acho essa carta, eu sabia exatamente que carta era e parecia ter decorado cada palavra dela, mesmo que fosse extensa. Não sabia o que fazer... Era só uma carta, uma velha carta, e porque tudo isso? Eu poderia pega-la e jogar ali mesmo, poderia guardar e tudo bem, poderia rasga-la com ódio e chorar desesperadamente... Não fiz nada disso! Peguei a carta, sentei-me na escada que tinha no canto do corredor, com a carta na mão, sem abri-la, comecei a viajar nas linhas decoradas, daquela carta perfumada, e daquela letra comprida e levemente inclinada, uma letra fina, apressada. Dou um breve sorriso, de leve (sabe-se lá porque). Olhei pra porta das minhas vizinhas, todas tinham um belo tapete, e uma flor sempre bem viva ao lado das portas... Minhas vizinhas eram bem casadas, bem sucedidas; na verdade acho que o prédio inteiro era assim... Eu sempre fui exceção dali. Mãe solteira, mãe nova, despedida com freqüência, faculdade, e um namorado (na verdade, um ex namorado). Na minha porta havia aquelas plaquinhas ridículas compradas no R$1,99 por R$5,00 escrita: "aqui mora gente feliz!" - O que nunca deixou de ser verdade.
Eu me sempre me considerei feliz, as pessoas também sempre me consideraram feliz, sempre estava alegre, sempre fui otimista; é acho que sempre fui e sempre vou ser feliz!
Levanto-me, abro a porta! A carta? Me esqueci da carta, lembrei de como sou feliz, lembrei de como tenho pessoas maravilhosas ao meu lado! Vou tomar um banho, o telefone toca!
- Alô? - aquela voz aguda e extremamente alegre de rafael!
- Oi amoor, onde você ta? Como você ta?
- Oi mamãe, eu to bem. Olha, eu to no Antônio, a mãe dele perguntou se eu posso dormir aqui hoje, deixa mãe?
- Mas filho, mamãe ta com saudade! Amanha é sexta e você não fica comigo final de semana! E além do mais, amanha tem aula.
- Mamãe, mamãe, deixa. Olha a tia me leva pra escola, e depois da escola eu vou pra casa!
- Antes deixa eu falar com a mãe dele, com ela chama?
- Ta, ta ta. Ela chama Eliana mãe! - uma alegria tremenda, falava vibrando, assim como fazia nos jogos de futebol. Acho que dona Eliana estava ao lado, porque logo pegou o telefone.
- Alô. - Uma voz séria e suave no outro lado.
- Oi, eu sou a mãe do rafael, não tem importância ele dormir aí? - quase gaguejando.
- Não dona Jackeline, não tem não. Pode deixar, ele é um menino de ouro, vai ensinar muito pro meu filho. Pode deixar sim, ele não dá trabalho nenhum, é de uma educação de dar inveja.
- Ah, então ta bom. E muito obrigada viu. Tenha uma boa noite e desculpe qualquer coisa. Posso falar com ele antes de desligar? - Ela passou o telefone pra ele.
- Filho, a mamãe deixou, mas por favor comporte-se. Qualquer coisa liga pra mamãe e ela vai te buscar. Tenha uma boa noite, divirta-se, e fica com Deus, a mamãe ama você!
- Ah pode deixar mamãe, a senhora me educou muito bem. Uma boa noite também, e eu só vou dormir aqui porque eu sei que você não vai estar sozinha, o Tob ta aí com você. Beijo mamãe - e desligou o telefone, feliz!
Fui tomar um banho... nem percebi a hora passar, quando dei-me conta, ja era hora de deitar, rafael não estava em casa, não iria fazer janta, nem comer fora. Bebi um leite e comi algumas torradas... Já tinha passado da hora de passear com Tob já, mas ele estava tão preguiçoso ao meu lado no sofá, que deixei-o pegar no sono, e esperei ele pedir pra ir passear... Quando acordou, ja era muito tarde, mas mesmo assim, devia isso a ele, era dever.
Vesti um agasalho, abri a porta, e vi a caixa de novo... Lembrei-me que tinha de jogar, mas esta hora não vou conseguir separar papéis, de plásticos.. estava com muito sono, preferi deixar pro dia seguinte. Terminei de passear com Tob, voltei pra casa, coloquei a caixa pra dentro, as vizinhas iriam reclamar, como sempre!
Estranho, a caixa estava mais pesada do que o normal... Como nunca tinha feito antes, fui ver o que havia de pesado. Me surpreendi, não era lixo, ou era, pensando pelo meu lado mais humano.
Eu nunca poderia imaginar, nunca! Era um presente, dele! Justo dele. Aquela bendita borboleta de pedra, que eu havia amado na loja - realmente, não poderia ser lixo. E não era, tinha tanto significado quanto aquela carta! As sacolas em cima? Eram outras cartas, outras palavras, outros dias, outros sentimentos. Eram dezenas, umas de desculpas, outras falando do arrependimento, outras da saudade, do amor, de como me achava uma pessoa maravilhosa. Eu não podia acreditar, não podia!
Peguei a borboleta, e coloquei-a em cima da mesa do jantar, onde havíamos comemorado grande parte de nossos dias e conquistas! O ultimo papel que peguei, estava seu numero de telefone, e disse, por favor me ligue, e me convide pra ir até sua casa!
Não, era cedo demais pra voltar atrás, ele poderia desistir, não sei desde quando essa caixa estava ali, eu poderia ligar amanha, hoje eu não posso. Estou exausta, além do mais.. nem sei o que vou fazer quando ve-lo. São tantas as coisas... E se ele viesse passariamos a noite em claro, e amanha cedo eu preciso trabalhar!
Não. Amanha prometo ligar, passo a tarde pensando no que vou dizer, como dizer... hoje, ainda não dá! Quero deitar, descansar minha cabeça, meu corpo, minha alma e meu coração, sinto tudo, muito pesado!
Olho no relógio são 6:00am, as 7:00am eu teria de levantar pra dormir, mas eu se quer dormi, foi uma noite longa e pareceu tão depressa. Passei a noite em claro, do mesmo modo que passaria com ele, mas passei sem ele, mas com tudo renovado. Me sentia segura de tudo que iria dizer, mas esperaria ele ligar, ele sabia o numero do meu celular e do meu telefone.
Abro a porta de casa, ele sentado na escada; fiquei sei reação, olhei pra ele, aquela mesma pessoa que eu me apaixonei a 7 anos atrás, que vivei comigo neste apartamento 6 anos, que me deixou, e que hoje esta com um buquê de rosas brancas e vermelhas, frente a mim... aquele mesmo sorriso de canto e buxexas rosadas, os olhos pretos e os cabelos bagunçados com o vento! Fico intacta esperando a primeira palavra minha vir, não vem!
- Oi. - aquela mesma voz, grossa e calma. E o sorriso, e esse olhar, a sobrancelhao do lado esquerdo mais levantado que o direto.
- Oi. - respondo com firmeza, e com a voz tremida.
Ele me dá o buquê de rosas, e eu não sei o que fazer. Pego-o, cheiro-as, e levo-as para dentro, não o convido para entrar...
- Não quero te atrasar! Mas vim te falar e te pedir uma coisa.
- Luan... - ele me interrompe.
- Jack, eu demorei demais pra vir aqui. Demorei demais pra fazer isso que eu vou fazer hoje. Sei que pode dar tudo errado, como eu há algum tempo atrás fiz dar... Mas agora é diferente, é esse momento que vai decidir tudo e eu preciso fazer isso agora, antes que eu vá embora!
- Embora pra onde? - aumentando o tom de voz, como sempre fazia.
- jack, quer casar comigo? - Seus olhos olhavam fixamente pra mim, esperando uma resposta. Fiquei em silêncio durante uns 5 minutos, e passou tudo na minha cabeça, todos os dias, as viagens, os planos, as brigas, as semelhanças, as diferenças, os aniversários, as comemorações, os presentes, as bobagens... Tudo. Eu sabia que ninguem me faria feliz de novo como ele, e eu sabia que sentia a falta dele, que o amava, e que precisava dele, sabia que não era mentira as cartas, o presente, o pedido...
- Você tem certeza disso? - perguntei, pelo simples fato de não saber falar: 'sim' a uma resposta.
- A mais absoluta certeza. Quero isso mais do que tudo na minha vida. Trago comigo essa certeza, e quero que você acredite. Eu te amo, e quero me casar com você. Você aceita?
- Sim! - Eu consegui falar sim. Esse sim, mudou minha vida, meu rumo, minhas direções e sentidos. Eu o amava muito, só não o amava mais que meu filho. Eu sabia que seria um bom marido como era um bom namorado, porque era amigo, companheiro, e seria um bom pai; porque eram companheiros também, aos domingos iam ao estádio, jogavam futebol e video-game juntos, eram meus meninos!
Eu sabia que valeria a pena, dar essa chance. Sabia que poderia dar uma chance pra mim, e uma chance pra ele. Teríamos tempo pra realizarmos todos aqueles sonhos e planos, e arrumar tudo que havia de errado entre nós...
- Eu te amo e você é a mulher da minha vida! - Me beijava, me abraçava, me erguia, ria. E eu ainda tinha de ir trabalhar, mas não hoje.
Liguei no serviço, e disse que estava com problemas pessoais. E tudo bem, não era o problema, era a solução!
Me sentia realizada e feliz, tudo o que eu sempre quis estava acontecendo. Eu tinha tantos planos e tantas certezas, que não quis fazer mais nada nesse dia, só viver, aquele dia! Rafael chegou na escola, e passou a tarde com a gente! Eu não poderia estar mais feliz... eu não sei, não sei ser mais feliz.
Por isso que eu digo, que realmente, a gente tem que viver um amor de verdade. Encontrar alguém de verdade e acreditar em vocês. Nele, e em você, e depois em vocês juntos. Você deve acreditar que as coisas são verdade, no amor, na fé. Você deve acreditar, que um amor quando é verdadeiro e recíproco, ele não acaba, ele vai, mais volta! Eu acreditava que um momento mudaria minha vida, e mudou, uma palavra, uma escolha, um dia; mudou todos meus dias, e toda minha vida. Eu confiei nele, em meu coração, e hoje sou feliz, graças aos dois.
Eu sabia o que queria, e o que eu queria era ser feliz!
"Uma vez feita a escolha é preciso seguir adiante e confiar no seu próprio coração..."
O ser humano...
Como o ser humano é estúpido, e me surpreende cada vez mais. Como há pessoas nesse mundo, sem nenhum objetivo e porque, como há pessoas que estão aqui por está, ou simplesmente pra ver a vida passar... E como há pessoas vazias, vazias de si, vazias de fé, vazias de Deus, vazias de amor, vazias de tantas coisas, que eu nem sei dizer.
As vezes penso que sinto dó, mas não sinto. O ser humano tem o poder da transformação, da mudança... e não o faz; o ser humano tem o poder de querer e de conseguir, de ir atrás de sonhos, de viver intensamente, ou loucamente, mas não o faz. O ser humano pode querer ser melhor, e ser melhor, mas não o faz. O ser humano pode mudar e mudar tudo que esta a sua volta, mas não o faz. Pode melhorar cada coisa deste mundo... mas acho que só piora!
O que eu sinto eu não consigo explicar, é um inconformismo com tanta burrice, com tanta ignorância e falta de caráter! Com tantas coisas acontecendo no mundo, e algumas pessoas preocupadas com status, beleza, dinheiro. Eu não sei o que realmente importa pra elas, mas o que realmente importa, pra elas não importam! Umas pessoas tentando engolir as outras, passar por cima uma das outras, viver a custas de outras... Não era pra ser assim, não tem que ser assim!
Claro, sou jovem demais pra ser critica a sociedade, mas se eu não for, quem mais vai ser? Hoje em dia, as pessoas pouco se importam se o planeta vai derreter daqui 50 anos, e se a água vai acabar daqui a 40 anos... As pessoas pouco se importam se não haverá mais animais, mais pássaros... Elas só se preocupam com seu dinheiro, sua imagem, seu poder! Se quer se preocupam se terão amigos daqui alguém tempo, porque nos dias de hoje, é dificil até conquistar amigos e mante-los junto a ti, na verdade, encontrar amigos é uma grande dificuldade do ser humano... hoje em dia, é dificil saber ou ter em quem confiar!
Só queria entender metade do que ser humano é, e preferiria não me preocupar, mas não dá. Aonde esse mundo vai parar? Com pessoas tão excêntricas, egocêntricas, egoístas, superficiais!
Eu prefiro pensar e acreditar nas exceções, em todas as outras pessoas que existem no mundo, em algumas pessoas maravilhosas, e que sim, existem, por mais que pareça mentira ou ilusão, eu sei que existe!
Prefiro crer nos propósitos dessas pessoas que tem fé, que tem amor, caráter e coragem pra lutar. Não dá pra ficar se lamentando por mais de 50% da população. Não dá pra ficar desabafando todo meu inconformismo na frente de um computador... não vai mudar. Prefiro ler um livro, escrever uma história, ou estudar... Quem sabe um dia isso possa mudar!
Os seres humanos viraram máquinas, que correm contra o tempo, contra tudo que não esteja a seu favor. Máquina que correm para 'fazer' dinheiro, máquinas que massacram pessoas no caminho, máquinas sem porque, sem vida... E não há quem saiba onde é o botão desligar, ou quem saiba implantar um coração, dentre tantos metais e fios.
As vezes penso que sinto dó, mas não sinto. O ser humano tem o poder da transformação, da mudança... e não o faz; o ser humano tem o poder de querer e de conseguir, de ir atrás de sonhos, de viver intensamente, ou loucamente, mas não o faz. O ser humano pode querer ser melhor, e ser melhor, mas não o faz. O ser humano pode mudar e mudar tudo que esta a sua volta, mas não o faz. Pode melhorar cada coisa deste mundo... mas acho que só piora!
O que eu sinto eu não consigo explicar, é um inconformismo com tanta burrice, com tanta ignorância e falta de caráter! Com tantas coisas acontecendo no mundo, e algumas pessoas preocupadas com status, beleza, dinheiro. Eu não sei o que realmente importa pra elas, mas o que realmente importa, pra elas não importam! Umas pessoas tentando engolir as outras, passar por cima uma das outras, viver a custas de outras... Não era pra ser assim, não tem que ser assim!
Claro, sou jovem demais pra ser critica a sociedade, mas se eu não for, quem mais vai ser? Hoje em dia, as pessoas pouco se importam se o planeta vai derreter daqui 50 anos, e se a água vai acabar daqui a 40 anos... As pessoas pouco se importam se não haverá mais animais, mais pássaros... Elas só se preocupam com seu dinheiro, sua imagem, seu poder! Se quer se preocupam se terão amigos daqui alguém tempo, porque nos dias de hoje, é dificil até conquistar amigos e mante-los junto a ti, na verdade, encontrar amigos é uma grande dificuldade do ser humano... hoje em dia, é dificil saber ou ter em quem confiar!
Só queria entender metade do que ser humano é, e preferiria não me preocupar, mas não dá. Aonde esse mundo vai parar? Com pessoas tão excêntricas, egocêntricas, egoístas, superficiais!
Eu prefiro pensar e acreditar nas exceções, em todas as outras pessoas que existem no mundo, em algumas pessoas maravilhosas, e que sim, existem, por mais que pareça mentira ou ilusão, eu sei que existe!
Prefiro crer nos propósitos dessas pessoas que tem fé, que tem amor, caráter e coragem pra lutar. Não dá pra ficar se lamentando por mais de 50% da população. Não dá pra ficar desabafando todo meu inconformismo na frente de um computador... não vai mudar. Prefiro ler um livro, escrever uma história, ou estudar... Quem sabe um dia isso possa mudar!
Os seres humanos viraram máquinas, que correm contra o tempo, contra tudo que não esteja a seu favor. Máquina que correm para 'fazer' dinheiro, máquinas que massacram pessoas no caminho, máquinas sem porque, sem vida... E não há quem saiba onde é o botão desligar, ou quem saiba implantar um coração, dentre tantos metais e fios.
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