sábado, 17 de maio de 2008

Viver


Não basta ter nascido! Não basta estar vivo!
É preciso ser, é preciso viver.
É preciso amar, aprender, crescer...


É preciso viver!

domingo, 4 de maio de 2008

Liquidificador

Creio, que eu tenha feito de mim, uma personalidade fragmentada, estreita, sólida e estável. Creio, que eu tenha construído um bom caráter, não muito admirável (e nem deve ser), e muito menos um caráter a ser seguido, mas, o mantenho em pé, forte e protegido, com as minhas melhores qualidades, e seria, o que há de melhor em mim.
Não sou uma delicia de se conviver, mas, também, quem é que não tem suas fraquezas diante uma companhia, e esse é um ponto fraco meu. A verdade, é que as coisas tem que ser exatamente como eu quero, e se abro mão (quando abro), jogo isso na cara, o tempo todo. Não gosto de ser contrariada, e muito menos de se sentir ofendida por um pensamento oposto. Contraditória, inconstante me define, me disponho a mudanças todo o tempo, seja ela de cabelo, roupas, destino, ou ate mesmo de uma rotina. Não gosto de pessoas acomodadas. Que seguem tendências e que permanecem sempre as mesmas, por acharem que sua personalidade e seu estilo esta formado.
Gosto de pessoas com o pé no chão, mas que sonham alto, e buscam aquilo que desejam. Creio, que eu seja uma dessas pessoas, e esse meu egoísmo de gostar das pessoas por elas serem parecidas comigo.
Tenho também minhas vontades, tolas, e mesmo que inúteis, queria experimentar, e ver qual a graça e o prazer (que não vejo algum), e ter a capacidade (simples capacidade), ou uma inútil habilidade que nunca tive: de jogar, esses jogos que tanto vejo, e que exige a mínima noção de espaço (dentro de uma tela), de geografia, cumprir missões, raciocinar rapidamente, se manter vivo virtualmente - enquanto o verdadeiro eu, morre. Talvez isso exija tempo (para treinar, sei lá), e eu, não gosto de perde-lo, não por qualquer vontade, simples, mas tentadora, o fato de querer jogar um joguinho, que crianças jogam. Nunca fui uma criança, com grande potencial para essas coisas, mas sobrevivi, e posso dizer que nada me atrapalhou, as vezes me sentir uma completa inútil, ao ver meus primos e irmãos jogando. Gostava mesmo é de conversar (assim como hoje, por isso escrevo, porque sinto que converso, e pelo menos assim, guardo o que digo e penso), e o fazia, mesmo que, é claro, ninguém me dava ouvidos, já que estavam ocupados com seus jogos (hoje em dia, troca-se uma conversa, por qualquer jogo, que esteja totalmente fora da realidade). Então, aprendi a conversar com pessoas mais velhas, porque precisei, tinha que ter com quem conversar, aprendi a me comunicar, me expor, aprendi a ser transparente numa conversa.
Aprendi com o passar do tempo, com minha casa cheia de familiares, a gostar de barulho, de querer a presença, a casa cheia, os amigos, uma boa conversa, risos, gritaria, gargalhadas, música. Detesto o silêncio e a solidão, mesmo, achando que não os conheço.
O bom humor, a alegria, os risos intermináveis, se deve, ao fato, ao simples fato de ter medo, de me sentir com medo só de pensar na possibilidade de não ser feliz, medo de ser triste e infeliz, e por isso opto, pela constante alegria.
Estou quase indo deitar, pensando no meu dia, como todos os outros dias, felizes. Não há um dia, em que eu possa ir dormir triste, tendo uma família, uma vida, amigos tão maravilhosos.
Penso, que jamais vão poder me julgar de ingrata, porque isso não sou, não mesmo. E não me conformo com a idéia de que sejam, sendo que há pessoas que nada têm, e agradecem o fato de estarem viva.
Eu sou feliz. Fato. Com tudo o que existe a mim, e tudo que pertence a mim, mesmo achando que nada me pertence. Sou alegre, e bonita por dentro, nada mais que isso, não quero mais que isso.
Outra vida, outra casa, outra família, ser outra pessoa, nada disso me interessa. Me amo por inteiro, inclusive meus defeitos, que sabe-se lá o porque são chamados de defeitos. Me amo por inteiro, porque amo tudo aquilo, que faz de mim, o que sou.
A beleza não me pertence, e eu não a quero. Estereótipo não me satisfaz. O fato, é que ser eu mesma, me deixa bonita, me deixa me achando bonita. "Que me desculpem as feias, mais beleza é fundamental." não posso discordar, sendo essa beleza interior, porque beleza exterior pouco me importa, não me interessa sua magreza, sua pele de nenem, e seu cabelo lindo maravilhoso. Seguir regras nunca foi comigo, ainda mais essas, de moda. Seguir isso é o que realmente me irrita. Tudo bem, se sentir-se bem consigo mesma é estar vinte quilos abaixo do seu peso ideal, tudo bem que para isso tenha que enfiar agulhas, implantes, fazer cortes e ainda pagar por isso; sentir-se bem consigo mesma? Precisa disso? Não se pode simplesmente, aceitar-se como é? Isso é negar quem é, querer ser ou, um
que não é. Artificialmente as pessoas mudam, por fora elas mudam, não, eu não quero isso pra mim. Me aceito assim como sou pouco mais acima do peso, cabelo liso, unhas curtas e quebradas, espinhas, pouco peito, quadril maior do que o normal. E sabe de uma coisa, aceitar-se não é tão difícil.
Aceitar-se é aprender a conviver, primeiro com você, é respeitar, primeiro a você. Não se deve sofrer por estética. Mas, quem sou eu para julgar o gosto das pessoas? O que é bonito, o que é feio. Sou um ninguém. Acredito então, que façam isso para se sentir bem, ameniza essa irrelevância, essa barbaridade, só não sei, se realmente é preciso se dispor a tanto maltrato com o que lhe foi dado.
Aprendi acreditar nos valores das pessoas, a dar o melhor de mim, a mudar de assunto com frequência, admirar o por do sol, admirar o céu de todos os dias. Aprendi a ser amante de livros e fotografia, e a 'fazê-los'. Aprendi a dançar, até cantar em alguns tons certos. Aprendi a dividir o tempo, a respeitar o próximo, admirar as coisas diferentes. Aprendi a lidar com crianças, velhos, e opostos. Aprendi a ser solidária, a querer o bem, ser do bem. Aprendi a me divertir com pouco, quase nada, e com qualquer coisa. Aprendi a me auto-avaliar, e jamais avaliar as outras pessoas. Aprendi a Orar, conversar com Deus. Aprendi religião, literatura, e pouquíssimo de matemática. Aprendi a fazer o que não gostava, e com o costume passei a gostar. Aprendi dizer a verdade, e amenizar minha sinceridade, a falar com calma. Tudo que eu aprendi, foi vivendo, e tudo que eu aprendi eu não posso descrever, porque aprendi a respirar quando nasci, depois a beber leite, a dormir, a comer. Há infinitas coisas, que aprendemos, e que nem notamos, como o poder de escrever e que as letras tem, isso aprendemos, logo quando entramos na escola, e olha, o quanto evolui. Aprendi a descrever fatos, detalhes, pessoas, lugares. Hoje posso fazer uma biografia, posso escrever uma crônica, posso reclamar do mundo, posso colocar num lugar em branco, meus sonhos, pensamentos, desejos, angustias, minhas perguntas. Posso escrever, o que quiser, porque aprendi. Aprendi a escrever, e amar isso, essas palavras, esse mundo das letras, esse mundo da leitura, escrita. E é justamente nesse mundo, rico, que aprendi a escrever tudo, não querendo que nada seja revelado, mas contando absolutamente tudo, não querendo que nada mude, e colocando neles toda minha excitação por mudanças.
Me devo ao pensamento e aos fatos. Me devo aos meus sentimentos e a intimidade com as palavras, sem medo. Me devo a pensar demais, o dia todo, mesmo que, com a cabeça vazia, a vontade imensa de escrever, sobre, sobre qualquer coisa que me venha na cabeça. Sou um liquidificador. Esse, não era para ter chego aqui, mas chegou, como? Sabe-se lá como, mas, deve ser porque, sou um, e esse liquidificador ambulante. Liquidificador de palavras, assuntos e pensamentos. Por isso paro por aqui, porque se não, posso chegar em qualquer assunto que fuja totalmente de quem eu sou. Do qual era o propósito desde o começo, acho que disso eu não fugi. Porque costumo fugir, tanto em vida, como de foco. Costumo fugir de algumas responsabilidades, de algumas pessoas. Pronto, encerrarei.
Pode ser que eu mude, porque também acredito e aposto em mudanças, há muitas coisas em mim que eu gostaria de mudar, não sei, não sei por onde começar, sendo nova, acredito no poder do tempo e da transformação diária, quase, e mesmo que imperceptível, só se dando conta de que é possível mudar, evoluir, crescer, mesmo sem o saber, saber como ou porque, mesmo sem saber. O liquidificador, pode acrescentar. Sempre pode.



sexta-feira, 2 de maio de 2008

medo

Quem tem medo guarda segredos. Quem tem medo se esconde, assim como eu. Se esconde em segredos, se esconde dentro do medo, do mesmo medo que as vezes assombra, e esse mesmo medo que as vezes aguarda-nos para nos fazer fortes. Quem tem medo procura a solidão, ao contrário de mim, que me defendo, por entre amigos e beijos, me defendo entre os caminhos, os encontros e até nos desencontros. Assim como eu, que tenho medo, procuro me perder, procuro não me ser. As vezes o medo faz com que eu, nem seja eu. Faz com que eu fuja de mim e de meus riscos, que eu não corro, por medo. O medo me assusta, porque geralmente o tenho todos os dias, mas acima de tudo, tenho medo de não ter medo. Quem não tem medo, apenas existe, porque quem tem medo é quem vive de verdade. Os que possuem medo podem se descobrir, matar alguns medos, e ter outros, quem tem medo também tem vontade de não ter medos, e por isso vive para quebrar e superar seus medos. E quem não tem medos? Como é que vive alguem sem medos? Para mim, ter medo é viver algumas aventuras, ter medo é se esconder, se descobrir, se encontrar. Quem tem medos pode superar qualquer coisa, inclusive (e principalmente) seus medos. Quem tem medo, querendo os superar, testar sua capacidade de viver, além deles, de viver sem eles. Porque quem tem medo sente o frio na barriga, quem tem medo tem a ânsia, quem tem medo tem a vergonha, quem tem medo chora, quem tem medo cala, quem tem medo pensa e depois age, quem tem medo reflete, quem tem medo dá tempo ao tempo, quem tem medo esconde, quem tem medo as vezes pode evitar sofrer, quem tem medo corre, quem tem medo Ora, quem tem medo....
Porque ter medo, não é ser fraco, é ser humano. E quem os tem, são mais humanos, e ainda mesmo que não admitem, guardam segredo, e quem guarda segredo, tem medo.

Falta-me e sobra-me.

Sei, que tudo que me resta é aquilo que eu ainda não usei demais, porque o que se usa demais, falta. Hoje me falta amor, me falta carinho, me falta amigos. Sobra-me, hoje, alegria, um pouco de orgulho. Sobre-me também respeito, e uma parte de minha família. Falta-me com tudo, a burrice, e sobre-me vontade. Falta-me assunto, e sobre-me pensamentos. Sobra a mim, bem no fundo vida, mas falta-me ser. Sobre-me saber, e falta-me querer. Falta-me também lembranças e sobra-me presente! Sobra-me confiança e falta-me medo. Sobra-me e falta-me quantidades absurdas, de que eu nem sei. Falta-me tudo aquilo que muito consumi, e sobra-me aquilo que pouco usei. Falta-me, a mim mesma, eu. Sobra-me um pouco do resto, de quem eu era e não sou mais.

sexta-feira, 25 de abril de 2008

Vovó Cidinha.

Aquelas buxexas rosadas de blush, aquele batom rosa um pouco mais forte, puxado para o vermelho; o seu cabelo grisalho, sempre bem cuidado; suas unhas sempre bem feitas, esmaltadas toda a semana por uma velha conhecida, uma velha amiga.
Seus conjuntos de calça e blusa sempre combinado, e suas bolsas grandes estampadas. Seus sapatinhos sempre confortáveis e nunca de salto alto. Seu estilo elegante e único.
O contorno de minhas lembranças, ainda bem vivas, apesar de algum tempo sem ve-la. Minhas lembranças não deixa vazia todos os detalhes que ficava observando e admirando, e todo o tempo de convivência, me permite a isso, lembrar-me perfeitamente de seus olhos brilhantes.
Tenho um minha memórias os bons momentos, sua calma, sua risada contida, e suas mãos passando em meu cabelo sempre que passava por mim. Sua boa educação. Suas crenças, sua fé, sua carisma.
Nunca vou me esquecer, da Páscoa, do natal, do ano novo, dos aniversários, em que pude compartilhar da sua presença, e se alegrar ao lado, como se fossemos íntimas, como se fosses parentes ou como se nos conhecessemos a anos.
Dona Aparecida, vovó Aparecida... Inesquecível, de uma forma ou outra.
O carinho, a preocupação... A casa, a comida, as festas, os presentes, as conversas, os conselhos, o apoio, a admiração, o respeito, as tardes de segunda, quarta e sexta, e os domingos.
Os passeios, as flores, o cuidado, a proteção, a sabedoria.
Foi inesquecível para mim, assim como creio, que eu também tenha sido para ela.
Conheci, pessoas incriveis, inesquecíveis, um tanto quanto comuns, e para mim se tornaram de presença agradável, única, de uma admiração eterna, por essas pessoas normais, heróicas, guerreiras, sábias, ainda vivas, que pude conhecer, e que cujo, guardo com carinho, merecidamente.

Que Deus continue abençoando-a! E que ela continue forte, viva e feliz por muitos anos ainda. Vida longa, a essa mulher incrível!

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Digamos, amigos!

Eu sei seus segredos, sonhos e desejos.
Conheço seus motivos, suas crises, seus aflitos.
Sei de seus anseios, medos e vontades.
Sei o que te machuca e o que te faz feliz, o que te faz mal e o que te faz bem.
Sei o que te conforta e o que te confronta.
Sei das suas manhas, do seu charme, do seu jeito.
Sei de suas frescuras, de suas curas, e do seus amores.
Eu sei suas histórias, sei do seu passado, sei sobre nosso presente.
Eu sei das suas verdades, das suas mentiras, e das coisas nem ditas.
Eu sei da sua vida, suas prefêrencias, seus nojos.
Eu sei do que gosta, o que não gosta e nada mais.
Eu entendo seu olhares, seus sorrisos, seu silêncio.
Eu aceito seus defeitos, seus erros, você.

A carta!

Te entreguei meu amor, minhas palavras, meu coração!
Te entreguei minhas juras, minha vida, meus sonhos!
Te entreguei meus planos, meus dias, meu retrato!
Te entreguei meu passado, meu presente, e meus sorrisos!
Te entreguei minha vida, te entreguei minha alma, te entreguei meu destino!

(e tudo que lhe foi entregue não foi merecido.)

quarta-feira, 2 de abril de 2008

...

Hoje é um dia longo e amanha pode não chegar! Viver hoje, sem esperar o que será do amanha!
Pensar no amanha, mesmo que ele seja incerto, pois no futuro... Como vou saber o que será do futuro?

O futuro, ele não existe se não houver amanha!
Nunca saberemos, se haverá o amanha! (eu espero que sim)

terça-feira, 1 de abril de 2008

1º de Abril: o dia da mentira

Hoje, logo que acordei, como de costume, olhei no calendário pra ver que dia era. Um costume, um vício; acordo, pego o calendário que tem entre as funções do meu celular e olho a data. 1º de Abril, o chamado "Dia da Mentira".
Naquele mesmo instante, me peguei perguntando várias coisas a mim mesma, em silêncio: porque uma coisa tão frívola quanto a mentira tem um dia próprio para ser "comemorada"? Aliás, existe de fato um dia específico para a mentira? Quer dizer, eu não tenho um dia em especial para mentir, ou para omitir algo, não há um dia em especial que mereça uma mentira, e me atrevo dizer que nenhum dia merece uma mentira.
O ser humano é um tanto quanto estranho, no geral. Tomo como exemplo o(s) que criou(criaram) o tal dia da mentira, o ser que resolveu que o dia 1º de abril seria um dia especial da mentira. Não entendo muito bem o objetivo desse dia, pregar peças nos amigos, se divertir vendo a cara da pessoa ao dizer uma mentira a ela... Isso pode ser feito qualquer dia, então por que em abril? Porque no primeiro dia de Abril?
E por que existe um dia da mentira, e nunca se ouviu falar em um dia para a verdade, para o amor, para a esperança? Por que o ser humano se empenha tanto em demarcar datas tão fúteis como essa, e não uma data para serem comemorados aqueles sentimentos bons, que fazem bem, que acrescentam algo à vida de alguém?
Eu já fui vítima de muitas mentiras. Algumas que doeram, algumas que foram ditas apenas para "descontrair o ambiente", algumas que me foram ditas por proteção, pra evitar sofrimento - essas eu diria que preferia que não tivessem sido ditas. E já disse mentiras também... Aliás, quem nunca o fez, que atire a primeira pedra, não é mesmo? Não que de alguma forma eu me alegre pelo fato de já ter mentido, de maneira alguma, tanto que algumas vezes até me arrependi de ter contado alguma mentira. Mas se fosse pra optar entre mentir e dizer a verdade, eu diria que prefiro a verdade, sempre!
E ao mesmo tempo que penso tudo isso, em pessoas que mentem e que dizem a verdade, eu me pego perguntando como uma pessoa é capaz de viver a base de mentiras. Como alguém pode ser quase que movido à mentiras, que dá um passo e logo mente dizendo que não o deu, que a cada dez afirmações, pelo menos cinco são falsas? E aquelas pessoas que VIVEM uma mentira? Estariam elas pensando ser a sua vida uma verdade, quando na verdade é exatamente o contrário?
A única certeza que eu posso ter, que posso dar, é a certeza de que viver uma vida de mentiras não dói, criar um mundo só seu, baseado em coisas que você acredita, ou que lhe sejam ditas, sejam essas verdades ou não, é bom, é cômodo. Acreditar no que quiser acreditar e viver da maneira que quiser viver, viver uma vida falsa, pode ser bom e até mesmo fazer feliz. Mas não é atoa que dizem que "a mentira tem pernas curtas", e essa vida falsa um dia vai se mostrar, de fato, falsa. E aí sim, nesse dia, vai doer. Vai doer porque vai mudar completamente o seu jeito de ser, pensar ou agir. Quando as mentiras forem "descobertas", e as verdades vierem à tona, se perceberá quanto tempo se perdeu vivendo uma mera mentira.
Você decide o que pensar... Você decide se o seu "1º de Abril" vai durar um dia ou uma vida inteira.

"Infantil meu pedido, que me esperassem crescer pra ver tanta mentira. É tudo verdade, a gente não agüenta mais tanta mentira. Quero conversa sincera, olhar bem pra tua cara e até te agradecer por isso. É tudo verdade, a gente não aguenta mais tanta mentira!"


Por DES-CONHECIDA

O feitiço contra o feiticeiro.

Nathalia liga para Juliana!
- Juliana, não acredito que você fez isso, como você pode? Todos esse anos de amizade. Eu te odeio, quero que você morra! Te odeio demais. Nunca mais olha na minha cara. E não dirija uma palavra a mim. Você é ignorante, mal amada. ninguém te ama e nem gosta de você e você quer destruir tudo o que eu tenho? Porque? me fala porque? Eu te odeio tanto, que nem cabe em mim. Não acredito como você pode fazer isso comigo. Justo você! Eu era a única pessoa do mundo que gostava de você, que realmente se importava com você, e você me faz isso? - Falas rápidas, que pareciam ser lidas, mas com um tom de raiva, choro! Um drama sem fim.
- O que eu fiz nat? Eu nunca fiz nada! Não é certo...
- Primeiro de abril amiga, boba! hahahahahaha - Ria, e nem percebeu que do outro lado da linha não havia mais ninguém...
E nunca mais houve ninguém do outro lado da linha.


Pois é. Perdeu uma amiga! A prova de que: brincadeiras tem limite, e que toda brincadeira tem um pouco de verdade, e era exatamente ao contrário!